quarta-feira, 8 de maio de 2019

Eu acredito, filme cristão estréia no final de maio nos cinemas!

Com distribuição da A2 Filmes e Imagem Filmes, em parceria com a 360 WayUp, no dia 30 de maio chega aos cinemas de todo o país o filme “Eu Acredito” (“I Believe”), que ao ser lançado nos Estados Unidos recebeu boas críticas por veículos especializados em produções para a família. A campanha de divulgação que promoveu o lançamento da trama se estruturou pelas redes sociais e conseguiu ultrapassar a marca de nove milhões de visualizações do trailer oficial do filme, o que ajudou a produção a ganhar a atenção e, de acordo com Ygor Siqueira, CEO da 360 WayUp, trouxe expectativas para o lançamento no Brasil.

“Este filme traz uma mensagem muito relevante para todos os que forem assistir. É um filme que mostra a realidade daquele que crê e não crê em Deus. Ao mesmo tempo, nos leva a refletir em como devemos agir diante de Deus, com inocência, com um coração igual ao de uma criança. Nesta história, Brian vivencia isso e pôde contemplar diversos milagres. Acredito que será um filme que vai renovar a nossa fé e alcançar muitas vidas. Recomendo, quem assistir será muito edificado!”, afirma Ygor.

“Eu Acredito” foi produzido e dirigido por Juergen Peretzki, Stacey Peretzki e o roteiro escrito por Juergen Peretzki, e David Outten. Em entrevista para uma rádio nos EUA, quando questionado sobre a origem da história que gerou a produção, Jurgen disse: “Basicamente, queríamos compartilhar o Evangelho com pessoas, e pessoas que talvez não quisessem ir à Igreja, mas que pudessem assistir a um bom filme. E que veículo melhor do que um menino de nove anos de idade para falar às pessoas que talvez não saibam o significado do Evangelho? Essa inocência que está comprometida com Deus, e tem um relacionamento com Ele, O descobre, e, em sua inocência, diz a seus pais sobre isso”.

O longa-metragem conta a história de Brian Webber (Rowan Smyth, de ‘Dismissed’), de 9 anos de idade, que tem um encontro sobrenatural com Deus, uma experiência que o leva à aventura das aventuras. Seus pais não estão muito felizes com isso, especialmente seu pai, Simon Webber (Matt Lindquist, de ‘The Company’), um apresentador de TV ateu. Felizmente, Brian encontra aliados no pastor de uma Igreja local (Wilford Brimley, ‘Timber e Mickey - Amigos Especiais’), e em um fuzileiro naval (Jason London, ‘Sétimo Céu’) ferido dos EUA. A fé pura e inocente de Brian produz milagres extraordinários que rapidamente se tornam notícia na cidade.

O filme é estrelado por Rowan Smyth, Matt Lindquist, Wilford Brimley, Jeremy London, Tom Sizemore, Sarah Navratile, Thomas Silcott e William Mcnamara. Confira:

Assista o trailer do filme Eu Acredito

domingo, 5 de maio de 2019

Resenha do filme Superação – O milagre da Fé

“Superação – O milagre da Fé”, foi dirigido pela roteirista e atriz Roxann Dawson e produzido pela Unanimous Media e 20th Century Fox e lançado pela Walt Disney Studios , o filme possuí nomes conhecidos de Hollywood, como a atriz Chrissy Metz, que foi indicada ao Globo de Ouro na categoria melhor Atriz Coadjuvante e foi baseado no livro “O Impossível: A História Milagrosa da Fé da Mãe e Ressurreição da Criança”, título original The Impossible, baseado na história real de John Smith, um verdadeiro milagre.

O roteiro possuí uma mensagem principal radiante, é um filme existencialista cristão, que leva o telespectador a refletir sobre a nossa natureza, sobre a morte, sobre o sofrimento, mas principalmente sobre a existência do Sobrenatural, do Deus pessoal revelado que é proclamado nos cultos das igrejas com o símbolo da cruz. Trata-se da história de um menino apaixonado por basquete, mas que também tinha seus próprios dilemas por não entender o porque seus pais biológicos o abandonaram, mas ele pôde ser adotado por pais amorosos , com uma mãe que tem uma fé cristã incompreensível aos olhos humanos.

Ocorre que John Smith e seus amigos caíram em um lago que estava parcialmente congelado, John, ficou afogado por quinze minutos, até ser socorrido, já estava em óbito, todavia depois de várias tentativas e passados quase uma hora, após a oração de sua mãe adotiva o menino ressuscitou, mas o milagre não foi só este, sua recuperação como relatado do filme foi o segundo milagre.

Outros aspectos foram postos na produção, como o amor de um pastor pela família de John, seu cuidado digno de um ministro cristão, este resgate é um contraponto aos diversos escândalos de religiosos inescrupulosos que aproveitam de fiéis, ofuscando os milhares de sacerdotes que cuidam de seus membros como verdadeiros pastores de ovelhas. A força da coesão da comunidade de fé também foi dignificada, bem como a realidade das falhas de relacionamento de todos os humanos independente de sua crença, retirando todo triunfalismo sobre a posição cristã.

A música gospel traz um tempero especial para a produção, sua trilha sonora emociona e leva o telespectador para a experiência metafísica da fé e esperança, tanto por suas letras como pela qualidade, o filme conta com a presença do cantor Phil Wickham, reconhecido internacionalmente no meio cristão. Já a fotografia deixou a desejar, o filme pelo estilo drama apresentou um cenário comum, talvez para contrastar simbolicamente com o milagre divino.

Um filme belo, em um mundo de desesperança ele traz virtude, mas também não romantiza a condição humana sobre a morte, porém aponta para caminho sobrenatural de esperança e quebra paradigmas criando perguntas para aqueles que se encontram desencantados quando a existência de algo além de nós homens.

domingo, 17 de março de 2019

Netflix lança documentário sobre o Pr. Billy Graham

Billy Graham é conhecido como o maior evangelista protestante do Século XX, sua história já foi contada em documentários. Agora, a Netflix inclui em seu catálogo o filme “Extraordinary Journey” [Jornada extraordinária]. Lançado nos EUA no ano passado, o longa conta a história de como um menino criado numa fazenda alcançou milhões de pessoas no mundo todo levando a mensagem do evangelho.

Lançado primeiramente na Netflix do Reino Unido, em breve estará em todos onde a plataforma está disponível, inclusive no Brasil. .
Com 72 minutos de duração, ela apresenta imagens raras de cruzadas, além de entrevistas com presidentes, celebridades, familiares e amigos íntimos do evangelista falecido no ano passado, aos 99 anos.

O diretor da Associação Evangelística Billy Graham no Reino Unido, Lee Searle, acredita que Graham teria gostado do filme. “Ele era apaixonado pela visão de ver o Evangelho sendo compartilhado por todos os meios. Ele foi pioneiro no uso do rádio de suas cruzadas… e posteriormente na TV”.

Para Lee, “Faz sentido que usemos a Netflix e outros serviços de streaming para compartilhar as boas novas”. Ele acredita que poderá alcançar a nova geração. “Sabemos que existe um público, principalmente de pessoas mais jovens, que passam a maior parte do tempo assistindo algo nessas plataformas de streaming”, lembra.

O diretor da Associação acredita que disponibilizar vão “abençoar muita gente”, pois “cada vez mais as pessoas estão usando a internet para procurar sobre Jesus”. Lee aponta para outra plataforma de streaming, a Amazon, que hoje conta em seu catálogo com 12 sermões clássicos de Billy Graham, abordando temas como o materialismo, o fim do mundo e o céu.
fonte adaptação da matéria do portal Gospel Prime

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

No Portal da Eternidade, filme retrata a fé e biografia de Vincent Van Gogh

O filme imersivo do cineasta Julian Schnabel sobre os últimos anos da vida de Vincent Van Gogh retrata a descida do artista à loucura, mesmo quando suas realizações artísticas ultrapassaram muitos de seus pares.

Enquanto Schnabel deixou de fora o relacionamento intensamente profundo de Van Gogh com Jesus Cristo, muitos temas cristãos surgem inconscientemente.

“Cristo não aparece a qualquer momento neste filme“, ??diz William Havlicek, Ph.D., autor de Gogh’s Untold Story (A História não contada de Van Gogh). “Há idéias profundas que são profundamente cristãs no filme, mas que, até certo ponto, não são de Julian Schnabel, que não é um cristão praticante. Mas Schnabel não pode lidar com Van Gogh sem lidar indiretamente com algumas dessas coisas, porque ele era tudo sobre isso ”.

Muitos admiradores do artista icônico não estão cientes de sua jornada espiritual. “Van Gogh tinha um entendimento de teologia. Ele foi treinado em grego e hebraico, poderia até traduzir a Bíblia para fora do grego e do hebraico. Ele estudou com um teólogo bem educado. Van Gogh podia citar as Escrituras e especialmente amava Paulo e os evangelhos. Ele também amou as parábolas de Jesus ”.

Enquanto muitos querem se concentrar na instabilidade mental de Van Gogh em seus últimos anos, a relação do artista com Cristo ficou evidente em seu trabalho e prolífica escrita de cartas.

“Van Gogh estava pintando as parábolas de Jesus poucas semanas antes de morrer: O Bom Samaritano, a Ressurreição de Lázaro“, observa Havlicek. “Nos últimos meses de sua vida ele estava obcecado com aquelas imagens espirituais muito diretas que tinham a ver com ressurreição e transformação. Ele até pintou o próprio rosto no rosto de Lázaro.

O pai e o avô de Van Gogh eram pastores. Como seu relacionamento pessoal com Cristo se aprofundou em seus vinte e poucos anos, ele queria estudar teologia, mas não conseguiu seu exame de admissão para o seminário. Em vez disso, ele partiu para servir como missionário aos mineiros de carvão no distrito de Borinage, na Bélgica.

Ele encontrou mineiros que estavam vivendo uma existência miserável, sem comida adequada, água ou roupas quentes. Motivado pela compaixão de Cristo, Van Gogh doou tudo o que possuía para eles, incluindo a maioria de suas roupas, mesmo quando ele cuidava de suas necessidades médicas.

“Sua mãe falou surpreendentemente sobre sua habilidade como enfermeiro. Jogou em sua manipulação de tinta. Ninguém parece conhecer Van Gogh, o enfermeiro. Tanto quanto sei, sou o único que escreveu sobre isso. É incrível que os historiadores tenham negligenciado isso ”, diz Havlicek.

Infelizmente, um sínodo da igreja de 14 anos supervisionando o trabalho de Vicente entre os mineiros achava que ele sofria de zelo excessivo e o demitiram porque ele não se vestia ou pregava eloquentemente.

“Van Gogh foi treinado como pastor e entendeu a teologia“, observa Havlicek. “Ele acreditava que o mundo foi criado por Deus. Eu não acredito que ele tenha parado de acreditar nisso. No final de sua vida, ele falou sobre Jesus sendo o artista supremo. Ele disse que não há outro artista como Jesus que transforma os homens. Em vez de pincéis, ele usou homens como Pedro e Tiago e criou uma nova maneira de ver o mundo através do evangelho. É um salto criativo e imaginativo radical ”.
Assista o Trailer

Fonte Portal Padon