sábado, 14 de fevereiro de 2026

“Pacto Invisível” estreia no Brasil e revela conexões entre extremismo, narcotráfico e fé transformadora


O documentário “Pacto Invisível”, desenvolvido pela produtora audiovisual Luz em Ação, chega ao público brasileiro na próxima sexta-feira (23), às 18h, com uma proposta forte e sensível: lançar luz sobre realidades que operam longe dos holofotes, mas que impactam diretamente sociedades inteiras — inclusive a América Latina e o Brasil.

Com abordagem investigativa e humana, a produção mergulha em um tema delicado e atual: as conexões silenciosas entre radicalização religiosa, narcotráfico internacional e transformação espiritual.

Uma história real de ruptura com o extremismo

A narrativa parte da trajetória real de um ex-integrante do Hezbollah que, no passado, esteve envolvido com extremismo violento, inclusive como homem-bomba no Oriente Médio. Após deixar a região, ele teria se aproximado das FARC, na Colômbia, inserindo-se no ambiente do narcotráfico internacional.

A virada acontece quando esse personagem vivencia uma profunda experiência de fé cristã. A partir desse encontro, inicia um processo intenso — e doloroso — de rompimento com o crime, com o radicalismo e com sua antiga identidade.

O documentário acompanha essa jornada desde o Líbano até a América Latina, revelando como a transformação espiritual se tornou o ponto central de uma mudança que envolveu arrependimento, riscos pessoais e a reconstrução completa de sua vida.

Conexões globais, impactos regionais

Um dos eixos centrais de Pacto Invisível é a análise de como grupos extremistas, diante de sanções econômicas e pressões internacionais, passaram a buscar novas formas de financiamento. Segundo a investigação apresentada no filme, isso inclui vínculos com organizações criminosas na América Latina, especialmente no contexto do narcotráfico.

O documentário também aborda a expansão da influência iraniana e do Hezbollah na região, destacando a Venezuela como um cenário sensível. Em meio a crises institucionais e alianças internacionais controversas, o país é apresentado como exemplo de como fragilidades políticas podem abrir espaço para infiltrações ideológicas e operacionais.

Sem recorrer ao sensacionalismo, a obra sugere que conflitos aparentemente distantes têm reflexos diretos no continente, incluindo áreas estratégicas como a Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina) — região frequentemente citada em debates sobre segurança internacional.

A origem do projeto

A ideia de Pacto Invisível nasceu a partir de uma conversa entre o diretor Marcelo e um pesquisador ligado ao Instituto Brasileiro de Direito Religioso (IBDR). Nesse encontro, o cineasta teve acesso ao relato do ex-extremista — uma história que unia geopolítica, crime organizado e fé.

O impacto do testemunho deu origem a uma produção que combina entrevistas, contextualização histórica e análise geopolítica, buscando tornar acessíveis temas complexos e muitas vezes restritos ao debate acadêmico ou diplomático.

Fé: instrumento de violência ou caminho de cura?

Um dos grandes méritos do documentário está na forma equilibrada como trata a religião. Pacto Invisível mostra como a fé pode ser distorcida para justificar ódio, terrorismo e violência ideológica. Ao mesmo tempo, apresenta a experiência do perdão e da transformação espiritual como possibilidade real de ruptura com ciclos de vingança.

Diferentemente de produções que abordam extremismo apenas sob a ótica da segurança pública, o filme propõe uma reflexão mais profunda: a raiz do problema não estaria apenas nas estruturas políticas ou nas organizações criminosas, mas também no coração humano.

A narrativa sustenta que mudanças duradouras não surgem exclusivamente da coerção ou da força do Estado, mas de transformações interiores capazes de romper padrões de manipulação, ganância e violência.

Um alerta para o presente

Mais do que contar uma história individual, Pacto Invisível funciona como um alerta contemporâneo. Ao conectar radicalização religiosa, crime organizado e disputas geopolíticas, o documentário convida o público a refletir sobre os impactos dessas dinâmicas em nosso próprio continente.

Ao mesmo tempo, oferece uma mensagem de esperança: mesmo em contextos marcados por extremismo e dor, a transformação é possível.

Em meio a estruturas movidas pelo poder e pelo medo, o filme deixa uma pergunta no ar: até que ponto a verdadeira paz começa dentro de cada pessoa?

Assista o Trailer Pacto Invisivel 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

De ateu convicto a cineasta cristão - conheça o documentário de Michael Ray Lewis.

O mundo vive um momento curioso — e, para muitos, surpreendente. Em meio a uma era hiperconectada, marcada por avanços tecnológicos, inteligência artificial e debates científicos intensos, cresce também um movimento de redescoberta da fé entre jovens da Geração Z e Millennials. Nesse cenário, surge um novo projeto cinematográfico que promete impulsionar ainda mais essa conversa: o documentário “Universe Designed”, dirigido por Michael Ray Lewis.

Mas a história por trás do filme talvez seja tão impactante quanto o próprio projeto. 

De ateu convicto a cineasta cristão

Michael Ray Lewis não nasceu dentro do universo cristão fervoroso. Pelo contrário: ele se inclinou ao ateísmo após enfrentar perguntas que, segundo ele, ninguém ao seu redor parecia disposto – ou preparado – para responder.

Entre suas principais objeções estavam questionamentos clássicos:

- Se a evolução já explica a origem da vida, o cristianismo não estaria ultrapassado?

- Se Deus é totalmente amoroso, por que o mal existe?

- Como conciliar a ideia de um Deus amoroso com a possibilidade de condenação eterna?

Além disso, Lewis foi fortemente influenciado por documentários e produções de viés cético, como os de Bill Maher e o polêmico “Zeitgeist”, que defendem que Jesus seria apenas um mito replicado de tradições antigas.

Diante desse conjunto de argumentos e da ausência de respostas convincentes, ele construiu sua visão de mundo baseada no ateísmo.

O momento em que “algo mudou”

A transformação não aconteceu de forma dramática ou repentina. Segundo o próprio Lewis, tudo começou quando ele decidiu revisitar o cristianismo com mais profundidade — indo além das perguntas superficiais.

Após se casar, sua esposa, que havia se afastado da fé, sentiu-se chamada de volta à igreja. Ele não ficou entusiasmado com a ideia. Pelo contrário: decidiu acompanhá-la acreditando que conseguiria provar que tudo aquilo não fazia sentido.

O plano era simples: demonstrar que o cristianismo não era verdadeiro.

Mas o resultado foi outro.

Quando ciência e fé deixaram de ser inimigas

Em meio às leituras — incluindo uma Bíblia que ele inicialmente considerou absurda ao ler Gênesis — e às reflexões, um vídeo específico mudou o rumo da sua jornada.

Um astrofísico apareceu em seu feed do YouTube explicando que ciência e cristianismo não são necessariamente incompatíveis. Mais do que isso: argumentava que certos aspectos da cosmologia moderna apontam para a possibilidade de um Criador inteligente.

Lewis começou a perceber que havia não apenas respostas para suas objeções, mas também argumentos positivos a favor da existência de Deus.

Esse processo culminou no lançamento de “Universe Designed”, documentário que explora evidências científicas relacionadas à origem do universo e à ideia de design inteligente.

Um movimento maior entre os jovens

O caso de Lewis não é isolado. Diversas pesquisas recentes apontam para um crescente interesse espiritual entre jovens adultos, especialmente aqueles que buscam sentido, propósito e respostas existenciais em meio às incertezas do mundo contemporâneo.

A geração que cresceu ouvindo que fé e ciência são opostas agora começa a questionar essa narrativa. E produções como “Universe Designed” entram justamente nesse espaço de diálogo.

Mais do que um filme

Para Michael Ray Lewis, o documentário não é apenas um projeto cinematográfico. É uma resposta às dúvidas que ele mesmo já teve — e que milhões de jovens continuam fazendo.

Sua história levanta uma reflexão importante: muitas vezes, a fé não é abandonada por falta de interesse, mas por falta de respostas.

E talvez este seja o ponto central do momento atual: uma geração que não aceita respostas rasas, mas também não se contenta com explicações superficiais.

O trailer de “Universe Designed” já está disponível e promete reacender um dos debates mais antigos da humanidade: afinal, o universo é fruto do acaso ou de um projeto intencional?

Assista o trailer do documentário Universe Designed

A Família da Fé - Comédia cristã inédita no cinema ganha pôster e trailer oficial

O cinema brasileiro acaba de ganhar um título que aposta em um território ainda pouco explorado nas telonas: a comédia cristã. O filme A Família da Fé acaba de lançar seu pôster e trailer oficiais, antecipando ao público uma produção que une humor, fé e valores familiares, sem estereótipos ou ironias ofensivas.

Com estreia marcada para 12 de março de 2026, A Família da Fé apresenta uma proposta diferenciada: fazer rir ao mesmo tempo em que promove respeito, diálogo e empatia entre pessoas com visões de mundo distintas. A produção mostra que é possível abordar a fé cristã de forma leve, contemporânea e acessível, dialogando tanto com o público cristão quanto com espectadores que se identificam com boas histórias familiares.

O trailer oficial revela o tom do filme: situações cotidianas, conflitos geracionais e encontros inesperados entre uma família cristã e pessoas que não compartilham da mesma fé — tudo conduzido com humor inteligente, sensível e respeitoso. Em vez de confrontos agressivos, a narrativa aposta na convivência, no afeto e na transformação que nasce do relacionamento humano.

Já o pôster oficial reforça visualmente essa proposta, destacando o espírito familiar e acolhedor do longa, convidando o público para uma experiência divertida, mas também significativa.

Dirigido por Julio Román e estrelado por Pablo Alarson, Gian Franco Apóstolo, Paloma Jiménez e Juan Pablo Monterrubio, o filme se posiciona como uma alternativa dentro do cinema comercial: uma comédia que valoriza a fé sem ridicularizá-la, e que acredita no poder do riso como ponte entre diferenças.

Assista o trailer do filme A Família da F

domingo, 25 de janeiro de 2026

Apologética: Assista o documentário sobre as Igrejas Mais Corruptas da América...


O documentário “Revelei as Igrejas Mais Corruptas da América…” investiga instituições religiosas que operam como verdadeiros mercados da fé nos Estados Unidos, baseando-se em doutrinas controversas relacionadas ao dinheiro, prosperidade e doações financeiras. A produção analisa como essas práticas impactam fiéis e levanta questionamentos sobre ética, transparência e exploração da fé.

O documentário foi dirigido e criado por Tyler Oliveira, YouTuber e criador de conteúdo americano que acumula mais de 8 milhões de inscritos e bilhões de visualizações em seu canal. Reconhecido por seu estilo investigativo, Oliveira desenvolveu diversas séries documentais nas quais expõe e analisa falsos profetas, seitas e movimentos religiosos controversos, unindo jornalismo independente a reportagens de campo.

Assista o documentário Revelei as Igrejas Mais Corruptas da América...