O documentário Assim na Terra Como No Céu, pretende apresentar uma visão reformada sobre o Fim dos Tempos (corrente calvinista), ela está disponível no Eden+ e no Youtube, ele tem uma visão mais pós-milenista. O documentário é gratuito com legendas em português conforme o seu site:onearthfilm.net/ Leia a ficha técnica
sexta-feira, 27 de março de 2026
Assim na Terra Como No Céu, um documentário sobre o fim dos tempos para os Reformados
O documentário Assim na Terra Como No Céu, pretende apresentar uma visão reformada sobre o Fim dos Tempos (corrente calvinista), ela está disponível no Eden+ e no Youtube, ele tem uma visão mais pós-milenista. O documentário é gratuito com legendas em português conforme o seu site:onearthfilm.net/ Leia a ficha técnica
quinta-feira, 26 de março de 2026
The Chosen entra para o Guinness e faz história na TV
A série The Chosen, que retrata a vida de Jesus Cristo sob uma perspectiva humana e envolvente, alcançou um marco histórico ao entrar para o Guinness World Records — consolidando seu impacto global muito além do público cristão.
O recorde que levou a série ao Guinness
O feito aconteceu com a 5ª temporada da produção, que conquistou o título de “temporada de série de streaming mais traduzida da história”.
A série foi disponibilizada com mais de 50 idiomas em legendas e 36 versões dubladas
Esse alcance garantiu o reconhecimento oficial do Guinness como a produção mais acessível linguisticamente já feita no streaming.
Um projeto global ambicioso
O recorde não é apenas um número — ele faz parte de um projeto maior. A equipe por trás da série pretende traduzir The Chosen para até 600 idiomas, com o objetivo de atingir cerca de 95% da população mundial.
Essa estratégia explica o crescimento explosivo da série, que já alcançou centenas de milhões de espectadores presença em mais de 170 países
quarta-feira, 25 de março de 2026
O Impacto Gênesis, um filme apologético sobre a Criação
segunda-feira, 23 de março de 2026
Saiba mais sobre a Polêmica Judicial para o Lançamento de “Escravos da Fé – Arautos do Evangelho”
O lançamento da série documental “Escravos da Fé – Arautos do Evangelho”, lançamento da HBO não chega ao público apenas como uma obra de reflexão espiritual, mas também envolto em uma crescente polêmica judicial que tem chamado atenção dentro e fora do meio religioso.
A produção, que retrata a rotina, a disciplina e a missão dos membros dos Arautos do Evangelho, passou a ser alvo de questionamentos legais que levantam debates sobre liberdade religiosa, direito de imagem e os limites da exposição institucional.
O ministro do STF, Flávio Dino, cassou decisão que proibia a exibição da série documental “Escravos da Fé: Os Arautos do Evangelho” pelo canal HBO e pela plataforma de streaming HBO Max, agora em março de 2026
O centro da disputa
Segundo informações que circulam nos bastidores da produção, ações judiciais teriam sido levantadas envolvendo a utilização de imagens, depoimentos e conteúdos internos da associação. Parte das discussões gira em torno da autorização dos participantes e da forma como determinados aspectos da vida comunitária são retratados.
Há também alegações de que o documentário poderia expor práticas internas de maneira sensível, o que levou a pedidos de análise prévia do material antes de sua divulgação ampla.
As reclamações foram apresentadas pela Warner Bros., responsável pelo canal HBO, e pela Endemol Shine Brasil Produções, produtora da obra. As empresas contestaram decisão de ministro do STJ que havia proibido a divulgação da série para resguardar o sigilo de informações relacionadas a inquérito civil conduzido pela Promotoria de Justiça de Caieiras/SP.
Liberdade de expressão vs. proteção institucional
O caso rapidamente ganhou contornos mais amplos, tocando em um ponto delicado: até onde vai o direito de produzir conteúdo documental sobre instituições religiosas?
De um lado, defensores da obra argumentam que o documentário exerce o legítimo direito à liberdade de expressão e informação, oferecendo ao público uma visão rara sobre uma comunidade frequentemente envolta em mistério.
Do outro, há quem sustente que determinadas abordagens podem violar direitos individuais e institucionais, especialmente quando envolvem contextos de vida consagrada, onde privacidade e disciplina são pilares fundamentais.
Impacto no lançamento
A polêmica judicial já começa a impactar diretamente a estratégia de lançamento da série. Há possibilidade de adiamentos, cortes ou até versões alternativas do conteúdo, dependendo das decisões judiciais que possam surgir nos próximos dias.
Especialistas apontam que casos como esse não são incomuns quando produções documentais abordam temas sensíveis — especialmente religião, política ou instituições fechadas.
Um debate que vai além da tela
Mais do que uma disputa jurídica, o caso de “Escravos da Fé” levanta questões relevantes para a sociedade contemporânea: transparência, liberdade religiosa, responsabilidade na comunicação e os limites éticos do documentarismo.
Em um momento em que o consumo de conteúdos baseados em histórias reais cresce exponencialmente, o público também se torna parte desse debate, refletindo sobre o que deve — ou não — ser mostrado.
Expectativa e repercussão
Apesar das controvérsias, a expectativa em torno da série segue alta. A combinação de um tema forte, acesso a uma instituição pouco conhecida em profundidade e o cenário de disputa judicial tende a aumentar ainda mais o interesse do público.
Resta agora acompanhar os desdobramentos legais e entender como eles irão moldar o futuro da produção. Uma coisa é certa: “Escravos da Fé – Arautos do Evangelho” já se consolidou como muito mais do que um documentário — tornou-se um caso emblemático sobre os desafios de retratar a fé em tempos de exposição total.
Assista o comentário sobre a polêmica judicial do documentário
domingo, 22 de março de 2026
Assista o documentário Mataram a Irma Doronthy
Titulo Original: They Killed Sister Dorothy
Direção: Daniel Junge
Gênero: Documentário
Duração: 94 minutos
Origem: EUA/Brasil
Ano: 2008
Tipo: Longa
Assista o documentário Mataram a Irma Doronthy
sábado, 21 de março de 2026
Assista o documentário Padre Júlio Lancellotti, Fé e Rebeldia
Sinopse: O documentário PADRE JÚLIO LANCELLOTTI, FÉ E REBELDIA, mostra o trabalho do pároco da Igreja São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca em São Paulo com os mais vulneráveis, dando visibilidade aos moradores de rua. Pauta também o enfrentamento a cultura capitalista do descarte, segundo as palavras do Papa Francisco, apresentando o perfil do sacerdote, passando por suas referências teóricas e práticas. Ele é conhecido por dedicar mais de três décadas de atenção e afeto para pessoas em situação de vulnerabilidade social, enfrentando críticas e ameaças da extrema direita. Segundo suas próprias palavras: "Eu não trabalho com morador de rua, eu convivo com eles."
Título Original: Padre Júlio Lancellotti, Fé e Rebeldia
Direção: Carlos Pronzato
Gênero: Documentário
Duração: 43 minutos
Origem: Brasil
Ano: 2020
Tipo: Longa
Assista o documentário Padre Júlio Lancellotti, Fé e Rebeldia
sexta-feira, 20 de março de 2026
Por que o vencedor do Oscar foi comemorar em uma hamburgueria cristã?
O ator Michael B. Jordan voltou a chamar atenção — desta vez não por um papel nas telas, mas por uma escolha curiosa e simbólica fora delas. Após uma grande noite em Hollywood no qual simplesmente subiu ao placo e disse "Deus é bom", o astro decidiu celebrar de forma simples: em uma hamburgueria de inspiração cristã.
Mas afinal, o que levou uma das maiores estrelas do cinema atual a trocar festas luxuosas por um ambiente tão cotidiano?
Uma celebração fora do padrão de Hollywood
Conhecido por filmes como Creed e Pantera Negra, Michael B. Jordan construiu uma imagem de disciplina, foco e autenticidade. Diferente do que muitos esperariam após uma conquista de peso como o Oscar, o ator optou por algo mais discreto — e, para muitos, mais significativo.
A escolha da hamburgueria não foi aleatória. Ele foi visto em uma unidade da rede Chick-fil-A, conhecida não apenas por seus sanduíches, mas também por seus valores cristãos declarados, como fechar aos domingos e promover princípios ligados à fé.
Fé, simplicidade e identidade
Embora Michael B. Jordan não seja amplamente conhecido por declarações públicas sobre sua fé, a atitude reacendeu debates sobre espiritualidade em Hollywood. Em um ambiente frequentemente associado ao luxo e ao excesso, a escolha de um local simples — e com identidade cristã — soa como um posicionamento silencioso, o ator foi criado na igreja evangélica.
O Cinecristao.com parabeniza a atitude do ator!
quinta-feira, 19 de março de 2026
A voz de Deus, documentário sobre o Brasil Evangélico, nos cinemas em abril
Título Original: A voz de Deus
Direção: Miguel Antunes
Gênero: Documentário
Duração: 85 minutos
Origem: Brasil
Ano: 2025
Tipo: Longa
Assista o trailer do documentário A Voz de Deus
quarta-feira, 18 de março de 2026
O Louco dos mendigos, um lindo documentário da Missão Vida
Sinopse: O Louco dos Mendigos" é um documentário inspirador que narra a jornada extraordinária de Wildo dos Anjos, um homem que, aos 13 anos, teve uma visão transformadora: dedicou sua vida à reabilitação de moradores de rua no Brasil.
Título Original: O Louco dos mendigos
Direção: Jefferson Paulino
Gênero: Documentário
Ano: 2026
Tipo: Longa
Assista o trailer do filme O Louco por Mendigos
terça-feira, 17 de março de 2026
Da Fúria para a Liberdade, filme biográfico disponível online
Sinopse: Atormentado pela raiva. Salvo pela graça. O que é preciso para quebrantar um homem? Como alcançar alguém que não conhece o medo e cuja confiança está somente em si mesmo? Raul Ries, campeão de artes marciais, hoje mestre em Kung Fu Dan Soo, era um homem cheio de ira e rancor – sentimentos de destruição que quase o levaram a assassinar sua família e cometer suicídio. Mas uma pessoa cruzou seu caminho na noite mais escura de sua vida. Raul, que nunca demonstrou fraqueza enfrenta alguém mais poderoso, é finalmente quebrantado e levado “Da Fúria para Liberdade”.
Título Original: Fury the Freedom
Direção: Erik Jacobson
Gênero: Drama/biografia
Duração: 1h19 minutos.
Origem: Estados Unidos
Tipo: Longa
Ano: 1985
segunda-feira, 16 de março de 2026
Filme sobre George Whitfield e o Avivamento Metodista Calvinista estará nos cinemas em Abril
domingo, 15 de março de 2026
A Guerra Invisível, conheça o documentário sobre Batalha Espiritual
Sinopse: Você está preparado para ver e ouvir sobre o mundo espiritual que está constantemente em ação e por trás de muitos acontecimentos que julgávamos entender ou nem entendemos? Embarque nessa jornada e desbrave a GUERRA ESPIRITUAL com pessoas que não só leram e estudaram sobre o tema, mas que já vivenciaram de perto essa batalha contras as forças espirituais do mal.Abras os olhos e ouvidos! Saiba como sua vida pode estar sendo afetada por isso e aprenda a arte dessa batalha milenar, a BATALHA ESPIRITUAL.
Direção: Bello Rodrigues
Gênero: Documentário
Origem: Brasil
Ano: 2026
Tipo: Longa
sábado, 14 de março de 2026
Assista do Documentário sobre o festival de música Som do Céu, da Mocidade para Cristo
Conheça o documentário que conta a história completa do Som do Céu, festival de música cristã que nasceu há mais de 30 anos, no Acampamento da Mocidade para Cristo do Brasil e que, além de revelar inúmeros artistas cristãos, influenciar uma geração, marcou a história da música cristã contemporânea brasileira.
Em pouco mais de 50 minutos, o documentário revisita a história do Som do Céu, através dos depoimentos, fotos e vídeos raros de quase todos os atores e momentos que protagonizaram esta jornada.
Direção Geral, Concepção e Roteiro: Osmar Guerra
Direção de Fotografia, Montagem e Finalização: Tadeu Bara
Produção Executiva: Miriã Gualberto
Produção e Pesquisa de Imagens: Gláucio Mello
Arte e Design: Rick Szuecs
quarta-feira, 11 de março de 2026
Assista documentário que conta sobre a presença cristã em tribos da Amazônia no Suriname
Lifted: A Dying Tribe Encounters New Life é um documentário que acompanha uma tribo remota à beira do desaparecimento no Suriname— seja por conflitos, pobreza extrema, doenças ou isolamento cultural. A narrativa parte do encontro entre essa comunidade vulnerável e um grupo missionário cristão que chega ao local com o propósito de oferecer cuidado, presença, proteção e, sobretudo, esperança. O filme combina elementos de antropologia, missões transculturais e histórias reais de superação. Visualmente forte e humanamente tocante, Lifted convida o público a refletir sobre a dignidade de comunidades isoladas e o papel das missões cristãs contemporâneas na preservação de culturas e vidas. Leia a ficha técnica:
Sinopse: Lifted: Uma Tribo Moribunda Encontra Nova Vida” conta a história real de uma jovem família americana que, em 1961, mudou-se para a selva do Suriname com seus três filhos em idade pré-escolar para viver entre tribos remotas, animistas, consideradas ferozes e à beira da extinção. Ao longo de décadas, com construção de confiança, aprendizado das línguas tribais, alfabetização e o compartilhamento do evangelho, a família tornou-se amiga de duas tribos — os Wayana e os Trio. Tribos marcadas por violência, conflitos e alta mortalidade infantil, os Wayana e Trio passaram por uma transformação gradual: as famílias passaram a ser mais saudáveis e as tribos começaram a alcançar outros povos indígenas. O filme combina imagens de arquivo desde os primeiros dias, entrevistas com membros da família e líderes tribais, e segue o legado em curso — inclusive com a criação de estações de rádio que transmitem nas línguas tribais para continuar o discipulado e o alcance.”
Título Original: Lifted: A Dying Tribe Encounters New Life
Direção:
Gênero: Documentário
Duração: 76 min
Origem: EUA
Tipo: Longa
Ano: 2024
Assista o trailer do documentário
domingo, 8 de março de 2026
Sucesso na Netflix, “Rute e Boaz” gera debate entre cristãos sobre adaptação moderna da história bíblica
Apesar do sucesso de audiência, o longa também provocou debates intensos entre espectadores e cristãos, principalmente por apresentar uma adaptação moderna da história bíblica narrada no Livro de Rute, do Antigo Testamento.
Produção reúne nomes influentes do cinema cristão
O filme é produzido pela dupla formada por DeVon Franklin e Tyler Perry, dois nomes bastante conhecidos no cenário do entretenimento religioso nos Estados Unidos.
A parceria entre os dois produtores faz parte de um projeto mais amplo com a Netflix para desenvolver produções inspiradas em histórias de fé. Segundo eles, a iniciativa busca criar conteúdos capazes de “inspirar o público e elevar o espírito humano”.
A direção ficou por conta da cineasta Alanna Brown.
A trama do filme: uma releitura moderna da história bíblica
Na versão apresentada pelo filme, a narrativa bíblica é transportada para os tempos atuais.
A protagonista, Rute Moably, interpretada por Serayah, é retratada como uma artista de hip-hop em ascensão que vive em Atlanta. Após um conflito com seu empresário — que culmina na morte de seu namorado — ela decide abandonar a carreira temporariamente.
Buscando recomeçar a vida, Rute se muda para uma pequena cidade no Tennessee para cuidar de Naomi, mãe de seu namorado falecido, interpretada por Phylicia Rashad.
Durante esse período, ela começa a trabalhar em um vinhedo local, onde conhece Boaz, vivido por Tyler Lepley. A convivência entre os dois evolui para um romance, enquanto Rute redescobre sua vocação musical.
O filme também destaca a forte relação entre Rute e Naomi, apresentada como o elemento que conduz a protagonista ao encontro com Boaz.
A polêmica em torno da adaptação
Apesar do sucesso nas plataformas de streaming, a produção gerou reações divididas entre o público, especialmente entre cristãos mais conservadores.
Uma das principais críticas diz respeito à abordagem contemporânea e considerada “livre” da narrativa bíblica. Nas redes sociais, alguns espectadores acusaram o filme de “sexualizar” elementos da história original.
Entre os pontos criticados estão cenas de dança consideradas provocativas e momentos em que o personagem Boaz aparece sem camisa, o que alguns consideraram um apelo visual típico de produções comerciais.
Por outro lado, defensores do filme afirmam que a obra não possui conteúdo explícito — tanto que recebeu classificação indicativa para maiores de 12 anos no Brasil — e que a adaptação busca apenas aproximar a história bíblica de um público mais jovem.
Outra crítica relevante está na mudança do conflito central da narrativa bíblica. No filme, o enredo substitui elementos culturais do antigo Israel por um conflito moderno envolvendo um poderoso empresário da indústria musical que se torna antagonista da história.
A história original de Rute e Boaz na Bíblia
A história bíblica de Livro de Rute é considerada uma das narrativas mais belas do Antigo Testamento.
Rute era uma mulher moabita casada com um israelita chamado Malom. Após a morte de seu marido, ela decide permanecer ao lado de sua sogra, Noemi, demonstrando uma lealdade que se tornou um dos momentos mais marcantes da Bíblia:
“O teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus.”
Juntas, elas retornam a Belém, em Israel. Ali, Rute passa a trabalhar recolhendo espigas nos campos pertencentes a Boaz, um rico fazendeiro israelita e parente da família de Noemi.
Boaz demonstra bondade e proteção à jovem estrangeira e, seguindo um costume jurídico da época — relacionado à Lei do Levirato, que garantia descendência para o falecido — decide se casar com Rute.
Dessa união nasce Obede, que posteriormente se tornaria pai de Jessé e avô de Rei Davi.
Assim, Rute passa a integrar a genealogia de Jesus Cristo, tornando-se uma personagem de enorme importância teológica na tradição cristã.
Entre fidelidade bíblica e liberdade artística
A polêmica em torno do filme evidencia um debate antigo no cinema religioso: até que ponto adaptações modernas podem reinterpretar histórias bíblicas sem comprometer seu significado original.
Enquanto alguns espectadores criticam as mudanças feitas pela produção, outros defendem que novas abordagens podem ajudar a apresentar histórias milenares a novas gerações.
Independentemente das opiniões divergentes, o fato é que “Rute e Boaz” conseguiu colocar novamente em evidência uma das narrativas mais marcantes da Bíblia, despertando curiosidade e debate entre milhões de espectadores ao redor do mundo.
Assista o trailer do filme Rute e Boaz
sábado, 7 de março de 2026
Documentário sobre o túmulo de São Pedro será lançado em 2026 com Chris Pratt como guia
Um novo documentário sobre um dos locais mais sagrados do cristianismo está em produção no Vaticano. As filmagens já estão em andamento na Basílica de São Pedro e na Necrópole Vaticana para uma produção que promete unir fé, história e arqueologia em uma jornada única pela origem da Igreja.
O projeto é produzido pela Vatican Media, órgão ligado ao Dicastério para a Comunicação, em parceria com a Fabbrica di San Pietro e a produtora AF Films, dos produtores Frank Ariza e Manu Vega.
O documentário será apresentado pelo ator norte-americano Chris Pratt, conhecido por seus papéis em produções de grande sucesso de Hollywood. Na obra, ele conduzirá o público em uma viagem fascinante pelos bastidores de uma das descobertas arqueológicas mais importantes do cristianismo: o local de sepultamento do apóstolo Pedro.
Uma jornada de fé e descoberta
Segundo os produtores, o documentário levará os espectadores a uma experiência imersiva, utilizando imagens exclusivas e inéditas gravadas dentro da Basílica de São Pedro e nas escavações da Necrópole Vaticana, localizada sob o templo.
Chris Pratt destacou a importância espiritual e histórica do projeto.
“É uma honra extraordinária colaborar com o Vaticano neste projeto. A história de São Pedro é central para a fé cristã, e sou profundamente grato pela confiança e pelo acesso que me foram concedidos para ajudar a levar seu legado para as telas”, afirmou o ator.
A direção do documentário está nas mãos da cineasta espanhola Paula Ortiz. O roteiro foi escrito por Andrea Tornielli, com a assistência do arqueólogo Pietro Zander.
Lançamento marcará 400 anos da Basílica de São Pedro
O lançamento está previsto para 2026, ano em que se celebra o 400º aniversário da dedicação oficial da atual basílica, inaugurada em 18 de novembro de 1626.
A história da basílica está profundamente ligada à vida de São Pedro, o pescador da Galileia escolhido por Jesus para liderar a Igreja nascente. Segundo a tradição cristã, Pedro foi martirizado em Roma por volta do ano 64 d.C., durante as perseguições aos cristãos.
Seu sepultamento ocorreu na colina do Vaticano, local que rapidamente se tornou destino de peregrinação para os primeiros cristãos. Muitos fiéis desejavam ser enterrados próximos ao apóstolo, o que levou ao surgimento de uma extensa necrópole no local.
A busca pelo túmulo do apóstolo
O documentário também mostrará como a área do túmulo foi preservada ao longo dos séculos. No século IV, o imperador Constantino ordenou o nivelamento da Colina Vaticana para construir a primeira grande basílica sobre o local, protegendo o suposto túmulo do apóstolo.
As evidências arqueológicas sobre o local começaram a surgir apenas no século XX. Em 1940, o papa Pio XII autorizou escavações sob a basílica, que revelaram uma antiga necrópole romana.
Em 1950, o pontífice anunciou oficialmente que os estudos indicavam a identificação do local onde Pedro teria sido sepultado.
Anos depois, em 1968, o papa Paulo VI declarou que os restos mortais atribuídos ao apóstolo haviam sido identificados de forma convincente.
“As relíquias de Pedro foram identificadas de uma forma que podemos considerar convincente… Temos razões para crer que os poucos, mas sacrossantos restos mortais do Príncipe dos Apóstolos foram localizados”, afirmou o pontífice na ocasião.
Um olhar moderno sobre uma história milenar
O novo documentário promete trazer uma perspectiva inédita sobre um dos maiores símbolos da fé cristã. Com acesso raro a áreas restritas do Vaticano, a produção pretende apresentar ao público a convergência entre arqueologia, tradição e espiritualidade.
Ao unir pesquisa histórica, imagens exclusivas e narrativa cinematográfica, o projeto busca aproximar milhões de pessoas da história do homem que, segundo a tradição cristã, se tornou a pedra fundamental da Igreja.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Globo e Editora Mundo Cristão fecham parceria inédita para transformar livros em filmes e telefilmes
Em um movimento estratégico que une mercado editorial e produção audiovisual, a Globo firmou um acordo inédito com a Editora Mundo Cristão para adaptar obras literárias em produções do audiovisual brasileiro — inicialmente para telefilmes, com potencial para se expandir a outros formatos narrativos.
O acordo, anunciado no final de fevereiro de 2026, estabelece preferência exclusiva à Globo na aquisição dos direitos de adaptação audiovisual de títulos publicados e também de futuros lançamentos da casa editorial. Isso significa que, sempre que um livro da Mundo Cristão for considerado para uma adaptação, a Globo terá prioridade na negociação para transformá-lo em filme ou produção visual.
Primeira adaptação em desenvolvimento
O primeiro projeto em andamento fruto desse acordo é o romance Círculos não são infinitos, da autora Vitória Souza. A produção já está em desenvolvimento dentro do Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo e deve ser adaptada para o formato de televisão ou telefilme.
A história acompanha a protagonista Maeve, uma escritora em crise pessoal e conjugal que, ao encontrar um misterioso caderno em um sebo, é transportada no tempo — revivendo momentos marcantes do seu passado na tentativa de compreender temas como amor, ciclos da vida, reconciliação e autoconhecimento.
✍️ Motivações e impacto cultural
Para o diretor-presidente da Mundo Cristão, Mark Carpenter, a parceria é uma forma de ampliar o alcance social e cultural das obras publicadas pela editora, muitas das quais dialogam com valores cristãos, questões humanas universais e temas como fé, crise familiar, saúde mental e esperança.
Do lado da Globo, a produtora executiva de filmes dos Estúdios Globo, Betina Paulon, afirma que a literatura é, historicamente, uma das bases mais ricas de conteúdo para o audiovisual. Em sua visão, adaptar livros bem construídos permite interpretar narrativas de formas novas e emocionais, alcançando públicos diferentes sem perder a essência original da obra.
📈 Crescimento do gênero e contexto editorial
A editora tem visto um crescimento considerável no segmento de ficção cristã, com títulos que alcançaram grande circulação e engajamento de leitores nos últimos anos. Por exemplo, metade dos vinte livros mais vendidos da editora em 2025 pertence a esse gênero, incluindo obras que já se tornaram fenômenos editoriais. A série Corajosas, lançada em 2024, chegou a ultrapassar a marca de 200 mil exemplares vendidos.
Esse contexto reforça a aposta da parceria em um público que vai além dos nichos tradicionais — conectando temas espirituais, humanos e universais a formatos de ficção dramática com potencial de impacto no audiovisual brasileiro.
🎯 Rumo ao audiovisual
Embora os detalhes sobre cronogramas de produção, elenco, diretores e datas de estreia ainda não tenham sido divulgados oficialmente, a parceria representa um marco no mercado cultural brasileiro — unindo a tradição editorial da Mundo Cristão, com mais de meio século de história, à capacidade produtiva dos Estúdios Globo.
Especialistas e leitores esperam que essa iniciativa abra portas para novas adaptações, incluindo não apenas telefilmes, mas também formatos de série ou longas-metragem para cinema e plataformas de streaming, ampliando ainda mais a presença da literatura nacional no audiovisual.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
“Pacto Invisível” estreia no Brasil e revela conexões entre extremismo, narcotráfico e fé transformadora
O documentário “Pacto Invisível”, desenvolvido pela produtora audiovisual Luz em Ação, chega ao público brasileiro na próxima sexta-feira (23), às 18h, com uma proposta forte e sensível: lançar luz sobre realidades que operam longe dos holofotes, mas que impactam diretamente sociedades inteiras — inclusive a América Latina e o Brasil.
Com abordagem investigativa e humana, a produção mergulha em um tema delicado e atual: as conexões silenciosas entre radicalização religiosa, narcotráfico internacional e transformação espiritual.
Uma história real de ruptura com o extremismo
A narrativa parte da trajetória real de um ex-integrante do Hezbollah que, no passado, esteve envolvido com extremismo violento, inclusive como homem-bomba no Oriente Médio. Após deixar a região, ele teria se aproximado das FARC, na Colômbia, inserindo-se no ambiente do narcotráfico internacional.
A virada acontece quando esse personagem vivencia uma profunda experiência de fé cristã. A partir desse encontro, inicia um processo intenso — e doloroso — de rompimento com o crime, com o radicalismo e com sua antiga identidade.
O documentário acompanha essa jornada desde o Líbano até a América Latina, revelando como a transformação espiritual se tornou o ponto central de uma mudança que envolveu arrependimento, riscos pessoais e a reconstrução completa de sua vida.
Conexões globais, impactos regionais
Um dos eixos centrais de Pacto Invisível é a análise de como grupos extremistas, diante de sanções econômicas e pressões internacionais, passaram a buscar novas formas de financiamento. Segundo a investigação apresentada no filme, isso inclui vínculos com organizações criminosas na América Latina, especialmente no contexto do narcotráfico.
O documentário também aborda a expansão da influência iraniana e do Hezbollah na região, destacando a Venezuela como um cenário sensível. Em meio a crises institucionais e alianças internacionais controversas, o país é apresentado como exemplo de como fragilidades políticas podem abrir espaço para infiltrações ideológicas e operacionais.
Sem recorrer ao sensacionalismo, a obra sugere que conflitos aparentemente distantes têm reflexos diretos no continente, incluindo áreas estratégicas como a Tríplice Fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina) — região frequentemente citada em debates sobre segurança internacional.
Fé: instrumento de violência ou caminho de cura?
Um dos grandes méritos do documentário está na forma equilibrada como trata a religião. Pacto Invisível mostra como a fé pode ser distorcida para justificar ódio, terrorismo e violência ideológica. Ao mesmo tempo, apresenta a experiência do perdão e da transformação espiritual como possibilidade real de ruptura com ciclos de vingança.
Diferentemente de produções que abordam extremismo apenas sob a ótica da segurança pública, o filme propõe uma reflexão mais profunda: a raiz do problema não estaria apenas nas estruturas políticas ou nas organizações criminosas, mas também no coração humano.
A narrativa sustenta que mudanças duradouras não surgem exclusivamente da coerção ou da força do Estado, mas de transformações interiores capazes de romper padrões de manipulação, ganância e violência.
Um alerta para o presente
Mais do que contar uma história individual, Pacto Invisível funciona como um alerta contemporâneo. Ao conectar radicalização religiosa, crime organizado e disputas geopolíticas, o documentário convida o público a refletir sobre os impactos dessas dinâmicas em nosso próprio continente.
Ao mesmo tempo, oferece uma mensagem de esperança: mesmo em contextos marcados por extremismo e dor, a transformação é possível.
Em meio a estruturas movidas pelo poder e pelo medo, o filme deixa uma pergunta no ar: até que ponto a verdadeira paz começa dentro de cada pessoa?
Assista o Trailer Pacto Invisivel
domingo, 8 de fevereiro de 2026
De ateu convicto a cineasta cristão - conheça o documentário de Michael Ray Lewis.
Mas a história por trás do filme talvez seja tão impactante quanto o próprio projeto.
De ateu convicto a cineasta cristão
Michael Ray Lewis não nasceu dentro do universo cristão fervoroso. Pelo contrário: ele se inclinou ao ateísmo após enfrentar perguntas que, segundo ele, ninguém ao seu redor parecia disposto – ou preparado – para responder.
Entre suas principais objeções estavam questionamentos clássicos:
- Se a evolução já explica a origem da vida, o cristianismo não estaria ultrapassado?
- Se Deus é totalmente amoroso, por que o mal existe?
- Como conciliar a ideia de um Deus amoroso com a possibilidade de condenação eterna?
Além disso, Lewis foi fortemente influenciado por documentários e produções de viés cético, como os de Bill Maher e o polêmico “Zeitgeist”, que defendem que Jesus seria apenas um mito replicado de tradições antigas.
Diante desse conjunto de argumentos e da ausência de respostas convincentes, ele construiu sua visão de mundo baseada no ateísmo.
O momento em que “algo mudou”
A transformação não aconteceu de forma dramática ou repentina. Segundo o próprio Lewis, tudo começou quando ele decidiu revisitar o cristianismo com mais profundidade — indo além das perguntas superficiais.
Após se casar, sua esposa, que havia se afastado da fé, sentiu-se chamada de volta à igreja. Ele não ficou entusiasmado com a ideia. Pelo contrário: decidiu acompanhá-la acreditando que conseguiria provar que tudo aquilo não fazia sentido.
O plano era simples: demonstrar que o cristianismo não era verdadeiro.
Mas o resultado foi outro.
Quando ciência e fé deixaram de ser inimigas
Em meio às leituras — incluindo uma Bíblia que ele inicialmente considerou absurda ao ler Gênesis — e às reflexões, um vídeo específico mudou o rumo da sua jornada.
Um astrofísico apareceu em seu feed do YouTube explicando que ciência e cristianismo não são necessariamente incompatíveis. Mais do que isso: argumentava que certos aspectos da cosmologia moderna apontam para a possibilidade de um Criador inteligente.
Lewis começou a perceber que havia não apenas respostas para suas objeções, mas também argumentos positivos a favor da existência de Deus.
Esse processo culminou no lançamento de “Universe Designed”, documentário que explora evidências científicas relacionadas à origem do universo e à ideia de design inteligente.
Um movimento maior entre os jovens
O caso de Lewis não é isolado. Diversas pesquisas recentes apontam para um crescente interesse espiritual entre jovens adultos, especialmente aqueles que buscam sentido, propósito e respostas existenciais em meio às incertezas do mundo contemporâneo.
A geração que cresceu ouvindo que fé e ciência são opostas agora começa a questionar essa narrativa. E produções como “Universe Designed” entram justamente nesse espaço de diálogo.
Mais do que um filme
Para Michael Ray Lewis, o documentário não é apenas um projeto cinematográfico. É uma resposta às dúvidas que ele mesmo já teve — e que milhões de jovens continuam fazendo.
Sua história levanta uma reflexão importante: muitas vezes, a fé não é abandonada por falta de interesse, mas por falta de respostas.
E talvez este seja o ponto central do momento atual: uma geração que não aceita respostas rasas, mas também não se contenta com explicações superficiais.
O trailer de “Universe Designed” já está disponível e promete reacender um dos debates mais antigos da humanidade: afinal, o universo é fruto do acaso ou de um projeto intencional?
Assista o trailer do documentário Universe Designed
A Família da Fé - Comédia cristã inédita no cinema ganha pôster e trailer oficial
Com estreia marcada para 12 de março de 2026, A Família da Fé apresenta uma proposta diferenciada: fazer rir ao mesmo tempo em que promove respeito, diálogo e empatia entre pessoas com visões de mundo distintas. A produção mostra que é possível abordar a fé cristã de forma leve, contemporânea e acessível, dialogando tanto com o público cristão quanto com espectadores que se identificam com boas histórias familiares.
O trailer oficial revela o tom do filme: situações cotidianas, conflitos geracionais e encontros inesperados entre uma família cristã e pessoas que não compartilham da mesma fé — tudo conduzido com humor inteligente, sensível e respeitoso. Em vez de confrontos agressivos, a narrativa aposta na convivência, no afeto e na transformação que nasce do relacionamento humano.
Já o pôster oficial reforça visualmente essa proposta, destacando o espírito familiar e acolhedor do longa, convidando o público para uma experiência divertida, mas também significativa.
Dirigido por Julio Román e estrelado por Pablo Alarson, Gian Franco Apóstolo, Paloma Jiménez e Juan Pablo Monterrubio, o filme se posiciona como uma alternativa dentro do cinema comercial: uma comédia que valoriza a fé sem ridicularizá-la, e que acredita no poder do riso como ponte entre diferenças.
Assista o trailer do filme A Família da F


















