quarta-feira, 13 de abril de 2016

A Fé que nos Une , lançamento California Filmes

O longa metragem A Fé que nos Une, foi produzido pela PureFlix e o filme é dos mesmos produtores de Deus não esta Morto, recebeu pelos internautas a nota 3 conforme o site IMDb, ele está sendo distribuido no Brasil pela Califórnia Filmes. Leia a ficha técnica:
Sinopse: Em 1969 no auge da Guerra do Vietnã, dois jovens pais, um homem de grande fé e um cínico duvidoso, relatam em cartas suas vivencias no período. Um quarto de século mais tarde, os seus filhos, Wayne e John Paul (David A.R. White e Kevin Downes), se conheçem por acaso. Guiados pelas cartas manuscritas de seus pais desde o campo de batalha, eles embarcam em uma viagem inesquecível ao Memorial dos Veteranos do Vietnã em Washington, DC. Ao longo do caminho, eles descobrem que a devastação da guerra não consegue abalar o amor de um pai por seu filho.
Título Original: Faith of our Fathers
Direção: Carey Scott
Gênero: Drama
Duração:90 min.
Origem: EUA
Ano: 2015
Tipo: Longa
Assista o trailer do filme A Fé que nos Une

terça-feira, 12 de abril de 2016

Força de Viver (Hoovey), filme baseado em fatos reais

O longa metragem Força de Viver, foi lançado na TV nos EUA, ele foi gravado com um orçamento de 2.000,00 dólares e sua história é baseada em fatos reais, a produção recebeu a nota 5.4 pela critica americana, conforme o site IMDb. Leia a ficha técnica:
Sinopse: Inspirado em uma história real, Eric "Hoovey" Elliott (Cody Linley) é um promissor jogador de basquete que leva uma vida normal ao lado dos seus pais e irmã. Certo dia, ele desmaia em um treino e é levado para o hospital, onde os médicos descobrem um tumor maligno do tamanho de uma laranja na base da sua cabeça. Ariscando a vida, o jovem faz a cirurgia de remoção. Além de precisar aprender mais uma vez a fazer coisas básicas, ele precisa manter sua família unida.
Titulo Original: Hoovey
Direção: Sean McNamara
Gênero: Drama/Biografia
Duração: 91 min.
Origem: EUA
Ano: 2015
Tipo: Longa
Assista o trailer do filme Força de Viver 
 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Resenha do filme Ressurreição

“Risen” (no Brasil, Ressurreição), é um filme que trata, tal como indicado já no título, do principal dogma do cristianismo, que o difere de todas as demais manifestações religiosas de todos os tempos – a ressurreição de Jesus. O filme retoma o mote de “A investigação”, filme italiano de 1986 com atores americanos (Keith Carradine como um oficial do exército romano chamado Taurus e Harvey Keitel como Pôncio Pilatos), com algumas modificações: no filme de 1986 o próprio imperador romano Tibério ordena que se faça uma investigação para descobrir se os rumores a respeito de um crucificado judeu que teria ressuscitado eram verdadeiros. No filme de 2016 a ordem para a investigação é dada por Pilatos. O final dos dois filmes é bastante diferente (não vou dizer as diferenças para não dar “spoiler”).

“Ressurreição” tem Joseph Fiennes (que já foi Lutero) como Clavius, o tribuno romano encarregado de descobrir se os boatos a respeito da ressurreição eram verdadeiros ou não, Tom Felton (o detestável Draco Malfoy da franquia Harry Potter) como Lucius, o assistente do tribuno, e Cliff Curtis como “Yeshua” (sim, ele é chamado de Yeshua no filme, a forma aramaica de seu nome; a forma “Jesus” é derivada do grego). Curtis é neozelandês de ascendência maori, e em Hollywood, por conta de seu tom de pele morena já foi árabe, colombiano, e agora, um judeu galileu do primeiro século.

Para cumprir a ordem recebida, Clavius e seus comandados partem para revistar todas as casas de Jerusalém, para descobrir discípulos do nazareno recentemente crucificado. Eles levam um susto enorme ao descobrir que o túmulo no qual o corpo fora depositado, estava vazio! O que aconteceu? Na verdade, os romanos começam a descobrir evidências que, por mais estranhas e irracionais que pareçam, sugerem que talvez alguma coisa absolutamente incomum tenha acontecido... Em sua busca por discípulos do crucificado, Clavius interroga Maria Madalena, e ela lhe diz que presenciou acontecimentos que não podem ser explicados. Madalena tenta explicar ao tribuno que ele está procurando de maneira errada, mas o romano simplesmente não entende o que ela lhe diz. Clavius resolve procurar os seguidores de Yeshua sozinho, e Lucius, que assume o comando da investigação, diz a Pilatos que, talvez os boatos sejam verdadeiros. Pilatos, como era de se esperar, não concorda e não acredita.

Clavius por fim tem suas perguntas respondidas de maneira surpreendente. O filme do diretor americano Kevin Reynolds dá ênfase às narrativas da ressurreição do primeiro e do quarto Evangelhos, citando todavia trechos dos outros dois. Não há nenhum relato histórico que os romanos tenham ordenado uma investigação policial desta natureza. Mas não é de todo improvável que tal tenha acontecido. Neste sentido, o filme de 1986 é mais politicamente realista que o de 2016, que por sua vez é mais “catequético”, por assim dizer, que seu “irmão mais velho”, que sem dúvida o inspirou.

O filme toca em uma questão apologética importante: como, contra todas as circunstâncias, históricas, religiosas, culturais, um grupo de judeus pobres da Judeia então província romana do primeiro século, começou a falar de algo que nunca ninguém jamais em qualquer tempo ou lugar tivera coragem de falar? Mais estranho ainda, quem primeiro falou o que era contra todas as evidências foi uma mulher – a Madalena – de má fama (o filme de Reynolds mostra o que teria sido a vida pregressa da Madalena com uma pitada de humor ácido), isto em uma cultura em que o testemunho de uma mulher não tinha valor (tal como acontece até hoje em sociedades islâmicas). Ao redor do anúncio da ressurreição se formou a comunidade dos seguidores de Yeshua. O centro desta mensagem não era aceito por ninguém na época. E nem hoje. Contra tudo e contra todos, aquele grupo, que tinha tudo para dar errado, com uma mensagem que tinha tudo para “morrer no nascedouro”, como se diz, prosperou e cresceu. O assim chamado argumento sociológico para a ressurreição de Yeshua/Jesus é mais forte que seus críticos gostam de admitir1.

O filme foi produzido em locações na Espanha e na ilha de Malta. Os diálogos são bem conduzidos, e a mensagem final, escandalizadora há dois mil anos e hoje, é que “de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos” (1 Coríntios 15.20). Mas tanto há dois mil anos como hoje, a mensagem da ressurreição é matéria de fé. Como disse alguém, para quem crê, nenhuma prova é necessária. Para quem não crê, nenhuma prova é suficiente. O fato é que o túmulo está vazio. E até hoje ninguém conseguiu produzir uma explicação melhor para isto que a dada por aquele grupo de judeus pobres da Judeia dominada pelos romanos há dois mil anos.

Fonte: Ultimato, texto de Carlos R. Caldas Filho

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A Investigação, leia a ficha técnica assista o trailer do filme

O longa metragem A investigação é uma produção italiana que é pouco conhecida no Brasil, todavia possuí um enredo muito rico, inclusive elogiado por historiadores, ele também não atinge a fé cristã, mas mostra o contexto do período da Ressurreição de Jesus. No IMDb a sua nota é 6.4 na critica. Leia a ficha técnica:
Sinopse: Tito Valério Tauro é convidado pelo imperador Tibério à Galileia para investigar o desaparecimento do corpo de Jesus. Tito planeja como concluir rapidamente a tarefa que lhe foi designada e deseja retornar a Roma, mas conhece Cláudia, esposa de Pilatos, que fica fascinada pela personalidade de Jesus. Ela lhe revela que Maria Madalena testemunhou a ressurreição de Jesus. Tito se convence de que Jesus ainda está vivo e que existe uma conspiração para escondê-lo. Disfarçando-se de cristão, ele começa a procurar por Maria Madalena, que também desapareceu.
Título Original: L'inchiesta
Direção: Damiano Damiani
Gênero: Policial / Drama / Suspense
Duração: 107 min.
Origem: Italia
Tipo: Longa
Ano: 1986
Assista o trailer do filme A Investigação