quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Resenha do filme Ben-Hur de 2016

Ben Hur
O longa metragem Ben-Hur é um remake da produção DE 1959, produzida em 2016 e dirigido por Timur Bekmambetov, a história se passa em Jerusalém na perspectiva de Judah Ben Hur (Jack Huston), um nobre que foi acusado injustamente de traição e condenado a ser escravo do império romano, o tempo histórico do romance tem como escopo a contemporaneidade do príncipe judeu com Jesus Cristo, que foi interpretado pelo ator brasileiro Rodrigo Santoro.

O filme possuí bons atores e atrizes, a fotografia é fiel a época e conta a história de dois amigos, quando um trai um dos grandes nobres de Jerusalém, no inicio do filme existe uma cena que Jesus aparece em Jerusalém, todavia na história isso passa desapercebido, entretanto com o decorrer do filme e principalmente no desfecho a mensagem de perdão ganha a cena e transforma a produção em um longa cristão.


Filme Ben Hur
Ben Hur, peca em alguns aspectos de cenário que poderia ter sido melhor explorado face o longa  ter sido filmado em Roma e  a produção de hollywood  e ter sido feito com um alto orçamento de 100 milhões de dólares, entretanto é um grande longa metragem, que infelizmente não ganhou tanto destaque como em sua produção anterior, arrecadando 94 milhões de dólares.

Leia a ficha técnica do filme:

domingo, 23 de dezembro de 2018

Ben Hur, leia a ficha técnica do filme de 2016 e assista o trailer

O longa Ben-Hur é um remake de uma produção de 1959, que conta com o ator brasileiro Rodrigo Santoro no papel de Jesus, a crítica do IMDb deu nota 5.7 para a produção, leia a ficha técnica:
Sinopse: O nobre Judah Ben Hur (Jack Huston), contemporâneo de Jesus Cristo (Rodrigo Santoro), é injustamente acusado de traição e condenado à escravidão. Ele sobrevive ao tempo de servidão e descobre que foi enganado por seu próprio irmão, Messala (Toby Kebbell), partindo, então, em busca de vingança.
Título Original: Ben Hur
Direção: Timur Bekmambetov
Gênero: Drama
Duração: 2h 04min
Origem: EUA
Tipo: Longa
Ano: 2016
Assista o trailer do filme Ben Hur 

9° Escola de Cinema de férias da JOCUM - Participe

A missão Jovens com uma Missão d cidade de Campinas,  é uma escola que visa sensibilizar jovens e adultos para um novo olhar diante da área do cinema, ampliando assim sua visão de mundo e o fazendo entender a grandeza do alcance de pessoas através da produção de vídeos, documentários, curtas e longas metragens. Através dessa escola alguns filmes já foram produzidos e estreados no cinema de Campinas: "Gabriel Baseado em Fatos Reais" e "A Menina Que Não Sabia Amar" são alguns deles. Além desse vários outros curtas como; Abra os olhos e Alto preço. • Durante o curso os alunos participaram da gravação de um vídeo e um curta metragem.

Certificado: Todo aluno que cumprir 90% da grade do curso receberá o certificado de conclusão do curso através de um diploma.

Duvidas: cinema@jocumcampinas.com.br Inscrição: jocumcampinas.com.br - Vagas limitadas, corra!
Telefones: (19) 3308-7179 - Fixo / (19) 97407-6699 - Whats

domingo, 25 de novembro de 2018

Resenha do Filme Entrevista com Deus

Entrevista com Deus
Quem espera assistir um filme apenas com uma mensagem cristã no Entrevista com Deus, não crie muitas expectativas. É um filme reflexivo, pois traz indagações sobre questões como a fé, salvação, livre arbítrio e a grande questão: porque coisas ruins acontecem com pessoas boas? Porém têm uma virada no enredo que deixa o espectador ou desapontado ou confuso. Também traz família, profissão como temas abordados na história.

O início do filme já mostra a tensão e alguns problemas que o filme vai trazer. Demonstrada, não através de longos diálogos, mas de imagens e sons. Mais imagens do que sons. Quem assiste o trailer, imagina o filme como algo bem diferente do que traz a narrativa. Experiência própria.

A história traz a conversa do jornalista Paul Asher (Brenton Thwaites) com um homem que se intitula ‘Deus’, interpretado por David Strathairn. Em um primeiro momento, ele vai fazer uma grande cobertura jornalística, logo que volta para Nova York, de uma viagem de cobertura da Guerra do Afeganistão. Eles se encontram em alguns lugares (etapas da entrevista) e começa o embate entre dois ‘homens’, mas com um grau sentimental bem maior quando o Homem se intitula Deus.

O que você falaria com Deus se o visse pessoalmente? Quais assuntos abordaria? Então as questões entaladas começam a vir à tona, e o Homem, passando-se por Deus começa a respondê-las com muito conhecimento e gerando os sentimentos que temos como seres humanos em nossas relações com Deus. Raiva, perguntas sem respostas, confusão, amor.

Paul, homem cristão, que era engajado na igreja, vê sua fé e devoção se esfriar pelos acontecimentos da vida e quando volta do Afeganistão muito perturbado com tudo o que vivenciou lá, vê sua fé por um triz. Assim que chega em Nova York, se depara com seu grande dilema: o casamento com Sara Asher (Yael Grobglas). O matrimônio está por um fio.

Sem coragem para falar com Sara, Paul mergulha em seu trabalho, e a entrevista com o Homem lhe causa muitos transtornos emocionais. Com muitas dúvidas e indagações a respeito da vida, da morte, etc. A questão do porque acontece coisas ruins com pessoas boas vêm a tona em alguns momentos do diálogo de Paul com o Homem. Notoriamente perturbado, sua conduta vai mudando e a história vai se desenrolando.

A história, que se desenrola em sua maior parte, em formato bem teatral (diálogo ‘ping pong’), afinal, é um diálogo com ‘Deus’, começa bem ritmada e com conteúdos e conceitos interessantes sobre a fé, o livre arbítrio, mas em minha opinião, tem uma quebra muito grande na terceira etapa da entrevista com ‘Deus’.

Como já falado, tem elementos narrativos muito marcantes, como a bicicleta, que é a fiel companheira de Paul. A fotografia é impecável e o filme se desenrola com uma mescla de suspense e ação. Os locais de filmagem foram bem escolhidos e o filme tem uma ótima produção.
Entrevista com Deus

Porém, a história perdeu o ritmo na metade para o fim e tem um final por um lado esperado, mas deixa questões no ar, pois não tem o desfecho de acordo com o desenrolar da narrativa. Tem um corte que o espectador fica esperando algo a mais.

Por Raquel Mesquita, jornalista pela PUC São Paulo.