quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Resenha do filme Deus não está Morto (crítica)

O longa metragem Deus Não está morto, sucesso de bilheteria nos cinemas americanos, lançado nos cinemas do Brasil pela Graça Filmes e disponível no Netflix é uma produção inteligente, sensível e que dialoga com as nossas perguntas sobre Deus, a vida e a morte.

Deus não está Morto conta a história de um jovem que cursa filosofia e se depara com um professor ateu militante, ao ser questionado sobre sua fé ele ganha alguns minutos da aula para defender a incoerência sobre a não existência de Deus, no qual alguns acadêmicos declaram abertamente. Esta é a história principal, todavia existem outras histórias secundárias em seu enredo, uma é de uma jovem de família muçulmana que esconde a sua fé em Cristo de seu pai, outra é de um aluno da República Popular do China que começa a questionar sobre Deus, e a terceira é de uma moça com cancêr que procura esperança.

A produção é muito interessante, primeiramente por ser uma aula de apologética, alguns detalhes como contextualização em uma linguagem simples para o público que não é universitário assistir foi necessário, muitos sites estão críticando o filme por isso, entretanto é de se considerar que o objetivo do filme é mostrar como ciência e fé podem andar juntos afinal houve um debate entre autores, o outro  ponto é a valorização do estrangeiro pela comunidade cristã, a abordagem sobre o jugo desigual e sobre o que colocamos em primeiro lugar em nossas vidas e sobre a nossa existência. O filme também responde algumas questões como o problema do mal.

Deus não está Morto é uma obra prima da sétima arte, entre o gênero cristão, possuí bons atores, um belo cenário e uma ótima trilha sonora.

Paulo S. S.C. Castro, formado em direito e  estudande de Ciências Sociais na Universidade de Campinas - UNICAMP, editor do cinecristao.com

6 comentários:

Davi Araujo disse...

Obra prima da setima arte ? ... menos .. bem menos... o filme é um dos melhores do genero cristão. Porem contem varios erros... historias segundarias fracas e rasas. A ideia principal que seria os debates , sao mal utilizadas e o professor de filosofia enfraquece e perde no primeiro confronto.Sendo retratado como um desequilibrado emocionalmente e que todos os ateus são ateus porque odeiam deus.....
Em vez de deixar o publico debater e pensar, o filme é altamente tendencioso.

Davi Araujo disse...

Obra prima da setima arte ? ... menos .. bem menos... o filme é um dos melhores do genero cristão. Porem contem varios erros... historias segundarias fracas e rasas. A ideia principal que seria os debates , sao mal utilizadas e o professor de filosofia enfraquece e perde no primeiro confronto.Sendo retratado como um desequilibrado emocionalmente e que todos os ateus são ateus porque odeiam deus.....
Em vez de deixar o publico debater e pensar, o filme é altamente tendencioso.

Ana Paula Nalovaiko disse...

Obra prima sim, concordo plenamente. De forma alguma fui influenciada pelo filme tenho minhas opiniões formadas e fundamentadas na Palavra de DEUS.Acho o filme maravilhoso. Não acredito que o professor foi retratado como desequilibrado, mas sim como alguém que tinha dentro de si uma enorme vontade de dizer a DEUS o quanto precisa Dele mas que abafou essa necessidade por causa de uma perda, e isso é comum nos dias de hoje. Não encaro o filme com olhar crítico, mas com olhar de amor.

Ana Paula Nalovaiko disse...

Obra prima sim, concordo plenamente. De forma alguma fui influenciada pelo filme tenho minhas opiniões formadas e fundamentadas na Palavra de DEUS.Acho o filme maravilhoso. Não acredito que o professor foi retratado como desequilibrado, mas sim como alguém que tinha dentro de si uma enorme vontade de dizer a DEUS o quanto precisa Dele mas que abafou essa necessidade por causa de uma perda, e isso é comum nos dias de hoje. Não encaro o filme com olhar crítico, mas com olhar de amor.

Caio Filho disse...

Na verdade este filme é completamente incoerente. Acho que a proposta desse filme é completamente absurda. Primeiro falo isso pelo simples fato da seguinte suposição: se Deus não existe é porque certamente nunca existiu. Ora se Ele nunca existiu como pode ter morrido? Se Ele é perfeito e a existência também é, como pode Ele ser perfeito se nunca existiu? Na verdade, o objetivo foi confundir mesmo, mas acho que o aluno errou. Na minha opinião a resposta correta seria: Deus não pode morrer, independente da afirmação ou negação da Sua existência. Segundo, se Ele morreu então não existe mais, se Ele está vivo então nunca morreu. Abraços galera. Meu nome é Caio, estudante de Filosofia da UEFS.

Hilda Silva disse...

Gostei do filme. Sou cristã e historiadora. Assisti o filme com olhar entre ciência e religiosidade, sendo que o filme proporciona reflexões sobre a vida, que é imbuída desse processo. Portanto, o filme é o (re) iniciar de discussões sobre isso. Acredito que o objetivo é esse mesmo, causar inquietações, reflexões e novos questionamentos.