quinta-feira, 24 de março de 2016

Joseph Fiennes (Clavius) protagonista do filme Ressureição concede entrevista - Assista

Com o orçamento de 20 milhões de dólares, a história de Clavius é considerada a continuação do filme Paixão de Cristo, pois passa-se no período de atos dos Apóstolos.

A produção fez um grande sucesso nos cinemas americanos, aqui no Brasil ela ficou em sétimo lugar, com 95 mil ingressos vendidos em sua estréia nos cinemas.

Assista a entrevista do renomado ator Joseph Fiennes, ( William Shakespeare no filme Shakespeare in Love, Robert Dudley em Elizabeth)  que é o protagonista da produção Ressurreição.

quarta-feira, 23 de março de 2016

HolyFlix empresa inspirada no NetFlix lança canal de filmes e séries cristãs

A um mês surgiu uma nova empresa que pretende ser um maravilhoso canal para nós cristãos e principalmente para aqueles que amam cinema.

A primeira plataforma de video on demand gospel do Brasil, a HolyFlix foi lançado e já conta com excelentes parcerias, como acordos fechados com a BVFilms e com a 4UFilms além de seu investimento na dublagem da série cristã "The Record Keeper".

Sua página no facebook já conta com mais de 3.000 curtidas e seu canal no youtube neste primeiro mês de lançamento já está com dezenas de inscrições.

Conheça: http://www.holyflix.net/
Assista o vídeo promo da HolyFlix

terça-feira, 22 de março de 2016

O ator Tom Felton (Lucius) fala sobre a produção do filme Ressurreição

Dia 17 chegou aos cinemas do Brasil o filme Ressurreição que está sendo exibido em mais de 470 salas de cinemas. A produção distribuída pela Sony Pictures está presente em mais de 125, entre elas as principais capitais do país, confira o cinema mais próximo a você, aqui!

O trailer dessa superprodução que contabiliza aproximadamente 1 milhão de visualizações no Youtube. Além de alcançar mais de 5.3 milhões de pessoas, com milhares de curtidas e compartilhamentos no Facebook do filme.

O consagrado ator e cantor britânico Tom Felton, que já participou do filme Harry Potter (Draco Malfoy) concedeu uma entrevista no qual dala sobre o filme Ressurreição, que promete ser uma continuidade do longa metragem Paixão de Cristo

quinta-feira, 17 de março de 2016

Cyrus Nowrasteh, diretor do filme O Jovem Messias reaproxima de Deus

O filme “O Jovem Messias” gerou uma oportunidade de reaproximação a Deus para o diretor, Cyrus Nowrastehque, que possui descendência Iraniana . O longa-metragem, baseado no livro “Cristo Senhor – O caminho para Caná”, de Anne Rice, publicado em 2005, usa a ficção para narrar uma provável infância de Jesus Cristo, já que não se possuem relatos dessa fase de sua vida.

No filme, assim como no livro, Jesus está com sete anos de idade e saindo com sua família do Egito rumo a sua terra natal, Nazaré. José e Maria se esforçam para ocultar do próprio Jesus a verdade sobre ele, para evitar atrair a atenção do rei Herodes e as forças romanas.

Segundo informações do Christian Post, a narrativa explora a fidelidade, o amor e humor da família, que dribla os perigos enquanto Jesus se descobre o Messias.

O diretor Cyrus Nowrasteh comentou os bastidores da produção e falou sobre a representação do mal no filme: “Satanás está presente no romance e decidimos expandir esta ideia, fazendo-o sempre presente, à espreita da criança, acompanhando e assistindo. É uma ameaça que só o menino pode ver. Em um drama como este, é vantajoso ter o antagonista presente, tanto por razões dramáticas, como teológicas”, comentou.

Ao longo do filme, o menino Jesus opera três milagres, e por ser uma obra de ficção – afinal a Bíblia não relata isso – o diretor explicou de onde surgiu essa ideia: “Ele realiza três milagres em nosso filme e é claro esta é a primeira vez que ele está consciente disso. Ele perturba e impulsiona a nossa história para frente. O milagre de transformar água em vinho foi ‘sugerido’ por Maria a Jesus. Por esse motivo, ela deve ter conhecido ou visto isso no passado. Essa foi a nossa premissa. Mas, Jesus transformar água em vinho é o primeiro milagre registrado”, contextualizou.

Nowrasteh afirmou ainda que as pesquisas levaram a produção a não apresentar os irmãos de Jesus no filme: “Os teólogos consultados foram incapazes de chegar a um acordo sobre o personagem Tiago. Algumas denominações acreditam que ele era mais jovem, o que contraria as crenças de muitos. Em outras denominações (ortodoxas) Tiago é mais velho por um casamento anterior de José – mais uma vez, ofendendo a muitos. Além disso, nos tempos bíblicos, com famílias extensas, os primos foram muitas vezes chamados de ‘irmãos’ e ‘irmãs’. Então nós optamos por retratar Tiago como um primo”, afirmou.

Todo o envolvimento com a produção do filme e a necessidade de estudar sobre Jesus e seu ministério levou o diretor a rever seu relacionamento com Deus: “Fazendo este filme, tive a oportunidade de contar essa história única. Foi um privilégio e honra. Toda a experiência me tornou mais humilde e me trouxe para mais perto de Deus”, concluiu