quarta-feira, 29 de junho de 2016

Documentário sobre a banda Hillsong United será lançado em setembro

Após dois anos de rumores e anúncios de adiamentos, o filme “Hillsong – Let Hope Rise” será lançado. Previsto para ser lançado em abril de 2015, o documentário mostra a trajetória da banda Hillsong United, desde 1983, quando ainda eram um grupo de jovens da igreja na Austrália.

Seu ministério é hoje um dos mais influentes no cenário da música cristã. Conhecidos mundialmente, suas canções foram traduzidas para 60 idiomas e já venderam mais de 17 milhões de álbuns. Acredita-se que suas canções são cantadas todos os domingos por mais de 50 milhões de pessoas em todo o globo.

A Pure Flix, distribuidora independente está anunciando o longa, dirigido por Michael John Warren. A empresa negociou os diretos após a Warner ter cancelado o projeto. Para o diretor de produção e um dos fundadores da Pure Flix, o atraso não comprometerá o filme, que para ele é “verdadeiramente uma experiência de adoração”.

A partir da igreja original, no subúrbio de Sydney, a Hillsong possui igrejas associadas em cidades nos cinco continentes, que reúnem mais de 100.000 participantes por semana. O trabalho musical da denominação é bem conhecido, mas existem iniciativas que não recebem a mesma atenção, como fornecer alimentação e educação a crianças nas favelas da Índia, a construção de casas na África e o resgate de vítimas de tráfico de seres humanos em todo o mundo.

O pastor presidente e fundador da Hillsong, Brian Houston, acredita que o filme poderá servir para “quebrar noções pré-concebidas sobre o que significa seguir Jesus no mundo moderno de hoje”.

Com lançamento oficial confirmado para setembro de 2016, o material filmado para o documentário mostra um pouco da vida e ministérios dos 11 membros da Hillsong United, incluindo os fundadores, Brian e Bobbie Houston. Não há informações de quando chegará ao Brasil. Com informações de Urban Christian News - tradução Portal Gospel Prime, título CineCristão
Assista o trailer 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Resenha Prisioneiras Nunca Mais

O longa metragem Prisioneiras nunca Mais, distribuído no Brasil pela Graça Filmes é uma produção de denúncia contra o tráfico sexual humano. O filme é baseado em fatos reais e leva o telespectador a uma triste realidade onde moças são vendidas, muitas vezes até pelos familiares para redes de prostituição.

A produção conta a história de uma família totalmente desestruturada, onde o Pai era um homem violento,  a mãe era usuária de drogas e as filhas eram as principais vítimas. Elas foram vendidas pelos pai para uma rede de prostituição, devido a divida que o pai delas contraiu. A babá da família, uma senhora firme na fé, fica indignada com o sumiço das moças e procura ajuda de um tio delas.

O filme possuí uma temática de grande relevância para a nossa sociedade, no qual nós cristãos devemos ser uma voz de denúncia contra o abuso contra as mulheres que ocorre em praticamente todas as cidades do mundo, inclusive nos grandes centros urbanos desenvolvidos.

A produção possuí um roteiro interessante, todavia faltou uma pitada maior de realismo nas cenas nos bordéis e também um melhor diálogo entre os personagens, é um filme que leva a luta por direitos humanos, possuí uma fotografia razoável e alguns atores conhecidos.

Leia a ficha técnica, assista o trailer do filme (clique aqui)

domingo, 19 de junho de 2016

Mel Gibson fará sequência de “A Paixão de Cristo”

O ator e diretor australiano Mel Gibson fez história em 2004 com “A paixão de Cristo”. Apesar de muitas polêmicas por causa da violência intensa e suas declarações consideradas antissemitas, tornou-se a produção independente mais lucrativa da história de Hollywood. Com um custo de US$ 30 milhões, arrecadou 612 milhões de dólares.

Agora, Gibson trabalha com o roteirista Randall Wallace para produzir uma espécie de continuação, que trataria da ressurreição de Jesus. A revelação do site especializado The Hollywood Reporter segue informações de Wallace, que já trabalhou com Gibson no sucesso Coração Valente (1995).

A ideia de um novo longa sobre Jesus surgiu enquanto os dois cineastas trabalharam juntos em Hacksaw Ridge. Dirigido por Gibson e co-escrito por Wallace, ele já encerrou a produção e ambos estão trabalhando no novo roteiro.

Segundo o The Hollywood Reporter, Wallace estudou teologia na Duke University e a ressurreição de Cristo foi uma de suas especialidades enquanto acadêmico. “Eu sempre quis contar essa história”, afirmou ao site. “A Paixão de Cristo é o início. Há muito mais a ser contado”. Admitiu ainda que seria difícil manter a nova parceria em segredo.

Wallace recentemente dirigiu e foi co-autor do drama religioso “O céu é de verdade” (2014).

Mês passado, quando Gibson esteve na Liberty University, para fazer uma sessão prévia de Hacksaw Ridge, foi questionado sobre uma continuação de “A Paixão de Cristo”. Ele afirmou que tem interesse no projeto, mas não confirmou seu envolvimento.

Já Wallace afirmou que há uma expectativa de grupos cristãos. “A comunidade evangélica considera A Paixão o melhor filme sobre Jesus feito por Hollywood. Eles continuam dizendo acreditar que uma sequência será ainda maior”, asseverou.

Em fevereiro deste ano, a Sony lançou um filme sobre o tema, “Ressureição”, que conta a história do ponto de vista de um soldado romano. O filme arrecadou US$ 46 milhões nos cinemas do mundo inteiro.

Fonte Gospel Prime 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Resenha do filme Amor e Ódio

O longa metragem francês Amor e Ódio, dirigido pela Rose Bosch, é uma história baseada em fatos reais sobre a ótica de uma família judia que morava em Paris, na época da invasão nazista, a produção narra em detalhes como eram os campos de concentração nazistas, como o povo judeu acreditou que o governo francês da época não iria coloca-los a disposição dos alemães os judeus estrangeiros que moravam no país para serem mortos, o que de fato ocorreu.

Como contraponto a história além da família judaica, uma enfermeira muito piedosa, filha de pastor que representa amabilidade dos franceses com os judeus, dedicou-se incansavelmente com a intenção de levar um  pouco de conforto para os campos de concentração, ao servir os judeus  e praticamente sacrificar anos de sua jovem vida e quase a sua própria vida para os oprimidos, ressignificando o que é ser cristão na França, ao ultrapassar a barreira do sofrimento em amor.

O longa metragem é um verdadeiro testemunho cristão, que representa muito bem os protestantes, de linha calvinista do Sul da França. É um belo filme com excelentes diálogos que levaram o telespectador a reflexão sobre o que importa nesta vida, uma crítica ao individualismo e o conformismo, além de demonstrar o que existe de pior no ser humano ao retratar os nazistas e os franceses que se alinharam a eles, demonstrando um grande paradoxo do homem, que pode agraciar o  próximo mesmo com suas diferenças ou ser  participante da maquina da morte,

Em termos técnicos o filme francês trouxe um excelente roteiro, uma magnifica fotografia,  atores e atrizes maravilhosos e uma produção prazerosa de assistir com alta qualidade.Vale a pena as horas gastas com o Amor e ódio, por todo o seu trabalho histórico, pelo seu olhar crítico e por trazer traços da humanidade caída em paralelo com a humanidade que participa da graça do amor  e do projeto redentor de vida proposto por Cristo.