O portal Brasil de fato, fez um documentário em 2024 intitulado Fé em Disputa - A ascensão dos evangélicos no Brasil, conta com a arte de Rafael Canoba e imagens cedidas da TV Brasil. É importante para refletimos a questão da fé e política, leia a ficha técnica: Sinopse: A fé está no centro da disputa política no Brasil. Ao longo da última década, a ciência política tenta decifrar o peso e influência do eleitorado evangélico no tabuleiro eleitoral do país e sua repercussão na composição dos espaços de poder. No Brasil contemporâneo, a população se equilibra entre o fundamentalismo e uma nova identidade da fé popular. Diante deste cenário, Fé em Disputa mostra experiências progressistas dentro das igrejas e investiga por que o protestantismo, em suas mais diversas vertentes, tem atraído tanto interesse da classe trabalhadora. Título Original: Fé em Disputa - A ascensão dos evangélicos no Brasil Direção: Afonso Bezerra Gênero: Documentário Duração: 48 minutos. Tipo: Longa Ano: 2024 Assista o documentário Fé em Disputa - A ascensão dos evangélicos no Brasil
Greenleaf (2016–2020) é um drama da OWN, rede de Oprah Winfrey, criado por Craig Wright e disponível na Netflix. Ao longo de cinco temporadas, acompanha os Greenleaf, uma família afro-americana que comanda uma megaigreja em Memphis, no Tennessee. A série mostra como fé, dinheiro, ambição e segredos se misturam atrás do púlpito.
A premissa
A história começa com o retorno de Grace Greenleaf (Merle Dandridge), filha mais velha do Bispo James Greenleaf (Keith David) e de Lady Mae (Lynn Whitfield). Ex-pastora, Grace passou quase vinte anos longe de casa e volta para o funeral da irmã, Faith. O que seria uma visita rápida vira um reencontro com as feridas que a fizeram partir, e ela descobre que a igreja da família esconde abusos, disputas de poder e irregularidades financeiras. A principal revelação da primeira temporada envolve o tio Mac, acusado de abusar de meninas da congregação, inclusive Faith. Esse conflito dá à série um peso moral que vai além do melodrama.
Pontos fortes
O maior trunfo da série é o elenco. Lynn Whitfield rouba praticamente todas as cenas como Lady Mae, uma matriarca elegante, calculista e magoada, capaz de ser ao mesmo tempo cruel e comovente. Keith David dá ao Bispo uma presença imponente, com uma voz que convence tanto no sermão quanto nos momentos de fraqueza. Merle Dandridge sustenta bem a protagonista, uma mulher dividida entre a fé sincera e a desconfiança da instituição que a formou. A própria Oprah Winfrey aparece como Mavis, irmã de Lady Mae e dona de uma boate, e traz um contraponto mundano ao ambiente religioso.
A série também trata a fé com respeito, algo raro na TV. Ela não ridiculariza a religião nem a idealiza. Mostra pessoas que acreditam de verdade e, mesmo assim, erram, mentem e se corrompem. A pergunta central é se é possível separar Deus da instituição que fala em nome Dele. A trilha sonora gospel, com números musicais bem executados, reforça essa identidade.
Os temas também são corajosos para uma produção desse gênero: abuso sexual dentro da igreja, homossexualidade num ambiente conservador (na trama de Kevin, marido de Charity), infidelidade, vícios, racismo e a relação entre igrejas e dinheiro.
Pontos fracos
Como muita novela de prestígio, Greenleaf perde fôlego ao longo das temporadas. Depois do arco forte do tio Mac, os conflitos passam a girar em torno de disputas pelo controle da igreja, com vilões externos e reviravoltas repetitivas. Alguns núcleos secundários, especialmente os dos filhos mais jovens, recebem menos cuidado e às vezes parecem estar ali só para preencher tempo. O tom melodramático, com revelações bombásticas e diálogos solenes, pode cansar quem não gosta do gênero. A quinta temporada, mais curta, fecha as histórias de forma satisfatória, mas um pouco apressada.
Vale a pena?
Sim, principalmente para quem gosta de dramas familiares no estilo Dallas ou Succession, mas com uma camada espiritual e cultural própria. Greenleaf funciona como novela, mas também como reflexão sobre hipocrisia, perdão e a diferença entre ter fé e usar a fé. As duas primeiras temporadas são as melhores, e só a atuação de Lynn Whitfield já justifica a maratona.
O escritor e candidato a presidência da República e cristão Augusto Cury, teve uma de suas obras literárias transformada em filme, trata-se do longa metragem O Vendedor de Sonhos, é uma produção nacional baseado no livro do psiquiatra com o mesmo nome.
O filme foi lançado nos cinemas de todo o Brasil dia 8 de dezembro de 2016 e está disponível na Netflix, foi dirigido por Jayme Monjardim, em sua estreia em um único final de semana chegou arrecadar 2,6 milhões de reais, levando 167 mil expectadores ao cinema. estrelado por Dan Stulbach, Thiago Mendonça e César Troncoso.
Augusto Cury não é o primeiro candidato a ter um filme, o presidente Lula possuí uma cinebiografia chamada Lula, filho do Brasil, baseado na sua própria história.
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O rock cristão dos anos 1980 é o cenário de “Beyond Belief”, novo filme de drama e ficção inspirado na trajetória e na influência da banda Petra, um dos grupos mais importantes da história da música cristã. O longa estreou nos cinemas dos Estados Unidos nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, e conta com participações especiais de integrantes do próprio Petra.
Embora não seja uma cinebiografia tradicional, o filme utiliza o universo do rock cristão daquela época para contar uma história de fé, luto, música e superação.
Uma história de música, luto e fé
O protagonista de “Beyond Belief” é Andy, interpretado pelo ator e músico Carson Lueders. O jovem sonha em avançar na carreira musical, mas precisa lidar com a perda do pai.
A trama ganha contornos de suspense quando Andy começa a ouvir uma voz misteriosa que o orienta a correr. A partir desse acontecimento, ele passa a se preparar para uma maratona e acaba envolvido em uma competição de Batalha das Bandas.
É nesse ambiente que o filme apresenta ao público o universo do rock cristão que marcou especialmente as décadas de 1970 e 1980.
Integrantes do Petra participam do filme
A ligação com o Petra vai além da inspiração temática. O fundador da banda, Bob Hartman, e o vocalista John Schlitt apoiaram a produção e fazem aparições no longa. Além disso, músicas do grupo fazem parte da trilha sonora.
O próprio título do filme faz referência ao álbum “Beyond Belief”, lançado pelo Petra em 1990 e considerado um dos trabalhos mais importantes da carreira da banda.
A produção é da Intrigue Films, com distribuição da Iconic Events Releasing. Entre os produtores está Dave Stone, conhecido por seu trabalho na franquia de filmes cristãos “Deus Não Está Morto”.
Um elenco que mistura cinema e música
“Beyond Belief” reúne atores conhecidos do público e nomes ligados à música cristã.
James C. Burns interpreta Vovô Jake, avô de Andy e uma das figuras que ajudam o protagonista durante sua jornada. Burns também é conhecido por trabalhos em Hollywood e por interpretar Frank Woods na franquia de games “Call of Duty: Black Ops”.
A mãe de Andy, Sarah Ellis, é interpretada por Debby Gerber, atriz que possui participações em séries como “Glee” e “The Mentalist”.
Outro nome presente no elenco é Libby Smallbone, integrante da família Smallbone e irmã da cantora Rebecca St. James e dos músicos da banda for KING & COUNTRY.
Fundado em 1972, em Fort Wayne, Indiana, o Petra surgiu em uma época em que a utilização do rock dentro do ambiente cristão ainda provocava resistência em alguns setores das igrejas.
O grupo foi criado por Bob Hartman, Greg Hough e John DeGroff. O nome Petra vem do grego e significa “rocha”, fazendo referência tanto à identidade da banda quanto à sua ligação com a fé cristã.
Durante as décadas seguintes, o Petra ajudou a consolidar o rock como uma possibilidade dentro da música cristã contemporânea.
A banda passou por diversas formações. Um dos períodos mais importantes ocorreu nos anos 1980, quando Greg Volz esteve nos vocais. Em 1986, John Schlitt assumiu a função e se tornou uma das principais vozes da história do grupo.
Ao longo de mais de 50 anos de carreira, o Petra acumulou milhões de discos vendidos e conquistou importantes reconhecimentos, incluindo Grammy Awards e Dove Awards.
Entre os álbuns que marcaram sua trajetória estão “More Power To Ya”, “Never Say Die”, “This Means War!”, “Beyond Belief” e “Wake-Up Call”.
O legado do Petra continua
A história do Petra não ficou restrita aos anos 1980. Mesmo depois de décadas de carreira, a banda continua presente no cenário da música cristã.
Em janeiro de 2026, o grupo lançou “HOPE”, seu primeiro álbum de estúdio com material inédito em aproximadamente 20 anos. O lançamento aconteceu após as comemorações relacionadas aos 50 anos da banda.