sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Entrevista com os Diretores do filme “Não é Tarde para Recomeçar!”


A Distribuidora de filmes Cristãos, Graça Filmes, ira distribuír uma das produções que promete ser destaque entre os lançamentos previstos para setembro desde ano, o filme Brasileiro "Não é tarde para Recomeçar", dos meus produtores de "As Estrelas Me Mostram Você", a RED Films. Leia a entrevista que a Graça Filmes fez com o casal de diretores, Fábio Fária e Kárin Fária:

GF: O filme Não é Tarde para Recomeçar retrata um casamento em crise. Qual o objetivo de vocês com esse projeto?

Fábio Faria: Começamos o projeto com as seguintes perguntas: “Por que uma escolha tão importante – o casamento – pode se dissipar? Por que essa grande decisão da vida é jogada fora?”. Com esse pensamento, foi escrito o roteiro, que resgata nas pessoas a parte bonita do passado. Fomos direcionados por Deus a fazermos um filme sobre relacionamento, pois, hoje, há dados impressionantes de separação conjugal no Brasil. Esse filme não é destinado apenas a casais cristãos, mas a todos os casais.

GF: Qual é a expectativa sobre o lançamento desse longa-metragem?

Karin Faria:
Parte da nossa equipe estará em São Paulo na ExpoCristã (de 7 a 12 de setembro) para o lançamento do filme. Estamos muito felizes e esperamos que todos sejam abençoados com esse projeto.

GF: Explique-nos mais sobre a Red Films.

Karin: A Red Films é uma produtora de filmes cristãos que atua também com teatro. O grupo existe desde 2003 com peças teatrais, e, em 2006, planejamos nosso primeiro longa, que foi lançado nacionalmente em 2009. Hoje, somos 90 pessoas envolvidas diretamente em nossas produções.

GF: Conte-nos sobre a parceria com a Graça Filmes.

Fábio: Estamos muito felizes com essa parceria. Vimos na direção da empresa um profissionalismo difícil de encontrar no Brasil nesse ramo. Em pouco tempo, a Graça Filmes já é a maior distribuidora de filmes cristãos e tem projetos audaciosos. Isso nos dá tranquilidade para trabalhar em novas produções.

GF: Como foi gravar esse filme?

Fábio: Nós rodamos o filme em Santa Catarina logo depois das enchentes e dos deslizamentos ocorridos. Rio dos Cedros, cidade onde acontece boa parte do filme, teve suas estradas praticamente destruídas. Nós levamos três meses gravando quase todos os dias e ficamos felizes com o resultado. A equipe já estava mais experiente, e isso fez com que gravássemos de maneira mais rápida.

GF: O que o público em geral pode esperar desse filme?


Karin: Acima de tudo, uma mensagem linda de como temos de valorizar a vida e os compromissos firmados com Deus. Tecnicamente, o público pode esperar um filme com muita qualidade e uma fotografia espetacular.

Gf: Deixem suas considerações finais:

Fábio e Karin Faria:
Esperamos mesmo que amem o filme e o divulguem, pois, com certeza, ele será uma ferramenta maravilhosa nas mãos de Deus para a restauração de muitas vidas

Leia a ficha técnica do filme clicando aqui

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Musical: Filme Ester e o Rei


O filme "Ester e o Rei" é o primeiro longa metragem musical cristão que se têm notícia, realmente os produtores ao misturar ao misturar a história bíblica, com as canções e com a dramaturgia, fez desde filme algo inovador. O DVD chega em Setembro de 2010 no Brasil pela Graça filmes, leia a ficha técnica:
Sinopse: Quando uma garota moderna chamada Amélia enfrenta um grande desafio na vida, sua mãe a ensina sobre o poder do jejum através da história de uma heroína bíblica (Ester 2-8). Toda sua família irá gostar dessa jornada musical pela imaginação de Amélia à medida que ela dá vida à surpreendente história de Ester (Summer Naomi Smart), uma órfã criada por um parente chamado Mardoqueu (Marvin Payne) e que é escolhida entre todas as donzelas do reino para tornar-se rainha. Enquanto esse é o ponto onde a maioria dos contos de fada termina, aqui na verdade é só o começo da verdadeira história de Ester, que precisa arriscar sua vida para salvar seu povo de um plano traiçoeiro engendrado pelo charmoso e malvado príncipe Hamã (Jeff Stevens). Apresentando música original de Aaron Edson, essa é uma história que além de divertir irá tocar seu coração.
Título Original:
Diretor:
Genero: Músical
Duração: 64 min.
Origem:
Tipo: longa
Ano:
Trailer do filme Ester e o Rei (legendado)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Curta Documentário: A história da JOCUM


Este ano de 2010 os Jovens com uma Missão (JOCUM), irão completar 50 anos de existência. Foi em 1960, através de um chamado dos americanos Loren e Darlene Cunningham que surgiu uma das maiores organizações missionárias do Mundo. No Brasil, eles iniciaram suas atividades em 1975 através do casal Jim e Pamela Stier, em Contagem-MG. Hoje a JOCUM Brasil possuí 53 Escritórios e Centros de Treinamento Missionário espalhados por todas as regiões do Brasil.São aproximadamente 30.000 missionários espalhados em 171 países que levam o evangelho aos necessitados, aos povos não alcançados, a Janela 10/40, nas praças enfim em todos os lugares onde existe uma alma que não ouviu as boas novas de Cristo. Como dados a JOCUM fez um senso de seus missionários no Brasil e hoje conta com 1.300 missionários.
Assista o curta metragem História de Jovens Com Uma Missão (Legendado)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Entrevista com o diretor do filme "Irã, um Brado de Fé", Joseph Hovsepian


Joseph Hovsepian nasceu em 1973 no Irã. Ele começou filmando e editando um evento aos 17 anos, e finalmente se interessou e encarou o desafio de entrar no campo do cinema. Depois do martírio de seu pai em 1994 no Irã, dirigiu seu foco para filmes com temas espirituais. Joseph estudou Cinema e Filmagem na escola de Arte Guildford, na Inglaterra, e desde 1998 trabalha integralmente produzindo e dirigindo filmes.

Logo após imigrar para a Califórnia, em 2000, Joseph Hovsepian fundou a JFA Produções (Joseph Film & Animation, LLC) e tem produzido desde então projetos independentes e trabalhos marcantes para TV e estações a cabo.
Por que você escolheu contar a história de seu pai por meio de um documentário em vez de criar um filme biográfico com a encenação de sua vida e martírio?

O documentário é mais real. E, em nosso caso, tínhamos muitos materiais de vídeo da vida de meu pai e sobre a situação no Irã; foi a melhor escolha. Com um custo sensato, foi também adequado para o nosso orçamento. Todavia, espero que um dia eu tenha a oportunidade e o orçamento para produzi-lo seguindo as características de filme.

O que você ganhou criando um documentário que seria perdido num filme biográfico? Que mensagem ou informação o formato de documentário permite transmitir?


Testemunhos e entrevistas permitem que o documentário tenha uma ampla perspectiva de dimensão, cultura e globalização. O mais importante é que o documentário pode descrever melhor a real característica de meu pai, Haik Hovsepian, dando oportunidade à plateia de encontrar um verdadeiro herói e observá-lo em cada parte da historia, até seu martírio.

Através desse documentário, o espectador pode ouvir sua voz, cantando, e seu amor pela família, amigos e inimigos. Então, não poderiam existir dúvidas na mente do espectador sobre o modo como o ator está retratando o verdadeiro Haik Hovsepian.

A Cry from Iran foi filmado em cinco países diferentes e seis estados nos Estados Unidos. Quantos dias foram necessários para a filmagem?


Nós gastamos mais de dois meses filmando e viajando pelos Estados Unidos e demais locais de filmagem, exceto o Irã. Os clipes do Irã ocorreram dentro de um longo período de tempo, anos antes de iniciarmos a edição do filme. Alguns desses clipes foram trazidos para os Estados Unidos por nós mesmos, e alguns foram enviados mais tarde.

Como foi reviver e filmar os eventos que envolveram o assassinato de seu pai? Houve momentos em que você e seu irmão sentiram que não seria possível dar continuidade ao projeto?

Como eu compartilhei no documentário, ver meu pai totalmente ensanguentado deixou-me em choque, como uma foto na minha mente que causou efeitos por longo tempo. Mas sempre confiei que o Espírito Santo é o poder que ajuda a superar qualquer coisa, mesmo as piores tragédias. Na noite antes da filmagem do martírio, eu estava nervoso, mas dediquei mais tempo orando e focando nos resultados que o filme poderia ter. Eu olhava para o futuro mais do que para o passado.

No dia de filmar a cena do assassinato, quando o responsável pela maquiagem estava preparando a camisa ensanguentada nas cicatrizes de faca e golpes no corpo, eu de repente percebi que meu irmão André Hovsepian sumiu. Eu procurei por ele, e alguns minutos mais tarde o encontrei no banheiro com lágrimas nos olhos. O ator que fez o papel de meu pai naquela cena era exatamente como ele. E a maquiagem foi cuidadosamente preparada para ser fiel às contusões que ele sofreu, cicatrizes e golpes conforme as fotos originais do assassinato. Era como se nós tivéssemos visto o martírio de meu pai naquele momento, diante dos nossos olhos.
Assista o trailer do filme Irã, um brado de fé

*Leia a entrevista completa no portal da Missão Portas Abertas clique aqui