As captações do filme cristão “nEle Minha Fortaleza” tiveram início neste mês de agosto. A previsão para as filmagens de todas as cenas é de 18 meses antes da edição e finalização do longa-metragem. Cerca de 50 pessoas entre atores e produtores integram a equipe dessa produção cinematográfica e todos os envolvidos neste trabalho são voluntários
O filme que tem cunho evangelístico conta com o apoio de igrejas locais e os atores em sua maioria são integrantes de ministérios de teatro dessas igrejas. De acordo com o produtor e diretor geral, Rodrigo Noleto, foram dois anos de preparo com esses grupos para atuar no filme. E no primeiro semestre deste ano houve a seleção para os personagens da trama. A expectativa é de que num intervalo de dois anos o filme seja finalizado.
O investimento financeiro para a produção deste longa-metragem é proveniente da iniciativa privada e doações particulares. “Trabalhamos com voluntariado. As pessoas envolvidas neste projeto tem se doado e ajudado financeiramente, pois as despesas com cada dia de captações é muito grande. Temos despesas com transportes e alimentação, sem falar do custo com a produção em si. Por isso criamos um site para receber doações de quem queira colaborar conosco. Acessando o site (www.gaditafilmes.com.br), usando o portal da KICKANTE site de crowdfunding usamos o título de “UM FILME CRISTÃO, PARA MUDAR A SUA VIDA!” tem especificado os valores que podem ser doados” pontua Noleto.
A vontade de aprofundar no assunto levou Noleto a participar de um curso voltado para a produção audiovisual com foco em roteiros cinematográficos ministrado pelo CANNE – Centro Audiovisual Norte-Nordeste e realizado pela Fundação Cultural de Palmas – Tocantins. Nessa capacitação conheceu pessoas com quem compartilhou suas ideias de investir nesse estilo de produção. “Desse encontro surgiu parcerias, várias pessoas mostraram se interessadas em levar o projeto adiante”.
O projeto é da Gadita Filmes, produtora independente de propriedade de Rodrigo Noleto em parceria com a KZA Filme de Esdras Campos, ambas de Palmas/TO. O projeto tem parceria com a Associação AÇÃO da Igreja Internacional da Renovação. O objetivo é disseminar a mensagem cristã por meio de longa-metragem.
“Após uma hora do termino de uma pregação na Igreja, muitos esquecem sobre qual assunto ou a moral da ministração realizada, agora pergunte a qualquer um sobre o assunto ou moral de um filme assistido a cerca de 10 anos” finalizou Rodrigo Noleto.
Texto: Ana Paula Lopes(Jornalista)
Foto: Dalila Teles
Colaboração: Rodrigo Noleto
domingo, 29 de outubro de 2017
terça-feira, 10 de outubro de 2017
Os 10 filmes gospel mais procurados em setembro de 2017
O Cine Cristão analisou neste mês de setembro de 2017 quais foram os filmes mais procurados. A novidades para este mês é o filme Em Defesa de Cristo, que foi para os cinemas do Brasil na metade de Setembro, ele aparece pela primeira vez no ranking e já ocupou o primeiro lugar. Outra novidade é o filme O Vendedor de Sonhos, uma maravilhosa produção cinematográfica brasileira que está em quinto lugar, inspirada na obra do psicologo cristão Augusto Cury. Veja o ranking dos 10 filmes gospel mais buscados em setembro de 2017:
1ª Filme: Em Defesa de Cristo (1696 visualizações)
2ª Filme: Emblema da Fé (432 visualizações)
3ª Filme: Resistindo as tentações (241 visualizações)
4ª Filme: Vermelho Brasil (232 visualizações)
5ª Filme: O Vendedor de Sonhos (194 visualizações)
6ª Filme: Deixados para Trás: A nova geração (177 visualizações)
7ª Filme: Quando chama o coração: A dança (164 visualizações)
8ª Filme: Até o Último Homem (152 visualizações)
9ª Filme: Casados para Sempre (151 visualizações)
10ª Filme: O Poder do Perdão (150 visualizações)
1ª Filme: Em Defesa de Cristo (1696 visualizações)
2ª Filme: Emblema da Fé (432 visualizações)
3ª Filme: Resistindo as tentações (241 visualizações)
4ª Filme: Vermelho Brasil (232 visualizações)
5ª Filme: O Vendedor de Sonhos (194 visualizações)
6ª Filme: Deixados para Trás: A nova geração (177 visualizações)
7ª Filme: Quando chama o coração: A dança (164 visualizações)
8ª Filme: Até o Último Homem (152 visualizações)
9ª Filme: Casados para Sempre (151 visualizações)
10ª Filme: O Poder do Perdão (150 visualizações)
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Na segunda semana de estreia, Em Defesa de Cristo está em 12ª filme mais visto na bilheteria do Brasil
O longa metragem Em Defesa de Cristo dirigido por Jon Gunn, conforme o site AdoroCinema, está na décima segunda colocação dos filmes mais assistidos da semana, o número é bom visto que o filme está sendo exibido somente em 52 sessões, foram 76.992 ingressos vendidos no Brasil, a produção estreou em 14 de setembro de 2017.
O campeão da semana é o filme de terror "It, a coisa" que está em 349 sessões espalhadas pelo país. O filme brasileiro Polícia Federal - A lei é para todos, que aborda a corrupção brasileira encontra-se em terceiro lugar.
Aproveite o final de semana e assista o filme Em Defesa de Cristo, ele possuí nota 5.8 pela crítica americana! O cinema Cristão indica! Quer saber mais? (clique aqui )
O campeão da semana é o filme de terror "It, a coisa" que está em 349 sessões espalhadas pelo país. O filme brasileiro Polícia Federal - A lei é para todos, que aborda a corrupção brasileira encontra-se em terceiro lugar.
Aproveite o final de semana e assista o filme Em Defesa de Cristo, ele possuí nota 5.8 pela crítica americana! O cinema Cristão indica! Quer saber mais? (clique aqui )
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Lee Strobel, autor do best-seller que deu origem ao filme que estreia dia 14 de setembro nos cinemas
Existe evidência concreta de que Jesus de Nazaré realmente é o Filho de Deus? Quão confiável é o Novo Testamento? A evidência de Jesus existe fora da Bíblia? Existe algum motivo para acreditar que a ressurreição foi um evento real? Todas essas são perguntas feitas por Lee Strobel em 1980, um jornalista ateu que, por causa da conversão da esposa, usou o jornalismo para tentar desvendar um dos maiores mistérios da história como uma forma de desacreditar o cristianismo.
Essa incrível história virou filme e, dirigido por Jon Gunn, poderá ser assistido nos cinemas brasileiros a partir do dia 14 de setembro através da parceria California Filmes e 360 WayUp.
Com um mês para o lançamento do filme, Lee Strobel, um dos escritores mais renomados do segmento nos Estados Unidos, hoje com 65 anos, respondeu algumas perguntas sobre a motivação por trás de “Em Defesa de Cristo” e o que isso diz sobre como os cristãos devem defender a fé.
Como se sente sabendo que a história da sua conversão poderá ser vista nos cinemas? É estranho?
Sim, é estranho, surreal e emocionante ao mesmo tempo. Mostramos no filme minha vida antes e depois da conversão. Mostramos momentos complicados em meu casamento. Minha esposa Leslie, por exemplo, já viu o filme sete vezes. Ela disse que quer chorar tudo agora. São cenas baseadas em nossa vida real. Não tem como não reviver tudo. Por exemplo, num dos sets de filmagem, a produção recriou a sala de redação do Chicago Tribune. Parecia que estava entrando numa máquina do temo.
E a abordagem do filme? Transformar um livro de mais de 300 páginas de uma história sobre fé, num filme bonito e atraente, é um super desafio, não é?
Realmente! O filme não é um documentário onde somente mostramos as provas. É uma história. É uma história de amor, de casamento. Uma história de um pai e um filho que têm um relacionamento difícil. É uma história sobre o jornalismo das grandes cidades. Mas, também é uma história sobre uma jornada espiritual e a evidência da fé. É quase esse equilíbrio entre verdade e graça sobre a qual a Bíblia fala. Aqui temos a verdade da mensagem cristã, a evidência da mensagem cristã, os fatos por trás da mensagem cristã, mas também a graça, também a história, também a humanidade. Acho que construímos uma boa história a ser vista nos cinemas.
Como você acredita que os céticos responderão ao filme “Em Defesa de Cristo”?
Não sei se os céticos se interessarão em ver um filme com esse título, mas
não sei ( risos). Fico pensando se veriam.. Mas, o que vai acontecer de fato é: Os cristãos que ficaram intrigados com a história podem ir ver e identificar alguém para quem deveriam recomendar. E, pode ser um cético, por que não? Vamos levá-los ao cinema através do nosso relacionamento. E acredito, honestamente, que o momento mais importante do filme vai acontecer depois que acabar. Numa lanchonete, cafeteria...Com as boas discussões que o filme vai gerar. É isso que eu espero.
Claramente, o filme é uma ferramenta de evangelização. Na sua opinião, o filme se propõe a “provar” o cristianismo?
Creio que a evidência aponta poderosamente e persuasivamente para a verdade do cristianismo? Sim. E acredito que este filme mostra isso. Nós "definitivamente provamos" isso? Isso é uma questão de opinião. Todos damos um passo de fé, uma direção ou outra. A questão é: o passo da fé é na mesma direção que a evidência está apontando? Eu acho que temos que mostrar que a evidência aponta em uma direção onde o próximo passo mais lógico e racional é dar um passo de fé e receber esse presente gratuito que Deus oferece.
Como você acha que os cristãos podem repassar essa gratidão ao falar sobre fé cristã aos não cristãos?
Absolutamente, nós, como cristãos, devemos validar as pessoas como sendo feitas à imagem de Deus. Temos de respeitar o fato de que eles estão em uma jornada espiritual. Temos que entender que as pessoas muitas vezes têm pontos de aderência espirituais que os sustentam nessa jornada. E queremos ajudá-los a superar esses pontos de adesão. A conversão é um processo. Demorou dois anos pra mim, e se alguém me pressionasse para uma decisão após um mês, eu teria recuado e ido para o outro lado. Então, muitas vezes é demorado. Eu acho que temos que entender e respeitar isso, e eu acho que as igrejas devem facilitar. Devemos criar um ambiente onde pessoas espiritualmente curiosas sintam a liberdade de vir, experimentar, fazer perguntas, procurar por um período de tempo - enquanto estão nesta jornada em direção à cruz.
Filmes que tem o tema central ligado à apologética, que é a defesa argumentativa de que a fé pode ser comprovada pela razão, geralmente podem ser usados de duas maneiras pelos cristãos. Podem ser usados para triunfar sobre os inimigos e nos sentirmos bem com nossa crença ou, podem ser um meio para amarmos melhor Deus com nossas mentes e compartilhar a lógica de nossas convicções com os outros. Como conseguimos o último em vez do primeiro? E como você acha que o filme faz isso?
Eu acho que a frase-chave que eu gosto de usar no século 21 é "apologética de conversação". Em outras palavras, isso faz parte do relacionamento. Não é que alinhamos alguém contra a parede e nos metralhamos com cinquenta fatos para a fé, como talvez o que foi feito há cinquenta anos. Hoje, é uma apologética onde se conversa. É um relacionamento. Está criando um lugar seguro onde as pessoas em uma amizade podem conversar, ao longo do tempo, sobre as questões que têm. Os obstáculos, intelectualmente; os pontos de aderência, espiritualmente.
Eu acho que Deus honra essa perspectiva porque estamos respeitando alguém que fez a sua imagem, que tem perguntas legítimas. Não é rápido como comida no microondas. Algumas pessoas precisam marinar nisso por um tempo antes de se convencerem de que o cristianismo é verdade. Eles vão surgir mais fortes em sua fé porque passaram o tempo fazendo perguntas antecipadas. E, como Jesus disse, contando o custo antes de tomar essa decisão.
Eu sempre gosto de encorajar as pessoas, se estiverem prontas, a confiar em Jesus. Mas, eu sempre gosto de ter esse outro passo para as pessoas e dizer: "Você sabe, se ainda não está pronto, está tudo bem. Continue a verificar isso. Continue investigando. Faça sua própria jornada.” Aqui está o acordo: não tenho medo de quem investiga o cristianismo com um coração honesto e aberto.
Essa incrível história virou filme e, dirigido por Jon Gunn, poderá ser assistido nos cinemas brasileiros a partir do dia 14 de setembro através da parceria California Filmes e 360 WayUp.
Com um mês para o lançamento do filme, Lee Strobel, um dos escritores mais renomados do segmento nos Estados Unidos, hoje com 65 anos, respondeu algumas perguntas sobre a motivação por trás de “Em Defesa de Cristo” e o que isso diz sobre como os cristãos devem defender a fé.
Como se sente sabendo que a história da sua conversão poderá ser vista nos cinemas? É estranho?
Sim, é estranho, surreal e emocionante ao mesmo tempo. Mostramos no filme minha vida antes e depois da conversão. Mostramos momentos complicados em meu casamento. Minha esposa Leslie, por exemplo, já viu o filme sete vezes. Ela disse que quer chorar tudo agora. São cenas baseadas em nossa vida real. Não tem como não reviver tudo. Por exemplo, num dos sets de filmagem, a produção recriou a sala de redação do Chicago Tribune. Parecia que estava entrando numa máquina do temo.
E a abordagem do filme? Transformar um livro de mais de 300 páginas de uma história sobre fé, num filme bonito e atraente, é um super desafio, não é?
Realmente! O filme não é um documentário onde somente mostramos as provas. É uma história. É uma história de amor, de casamento. Uma história de um pai e um filho que têm um relacionamento difícil. É uma história sobre o jornalismo das grandes cidades. Mas, também é uma história sobre uma jornada espiritual e a evidência da fé. É quase esse equilíbrio entre verdade e graça sobre a qual a Bíblia fala. Aqui temos a verdade da mensagem cristã, a evidência da mensagem cristã, os fatos por trás da mensagem cristã, mas também a graça, também a história, também a humanidade. Acho que construímos uma boa história a ser vista nos cinemas.
Como você acredita que os céticos responderão ao filme “Em Defesa de Cristo”?
Não sei se os céticos se interessarão em ver um filme com esse título, mas
não sei ( risos). Fico pensando se veriam.. Mas, o que vai acontecer de fato é: Os cristãos que ficaram intrigados com a história podem ir ver e identificar alguém para quem deveriam recomendar. E, pode ser um cético, por que não? Vamos levá-los ao cinema através do nosso relacionamento. E acredito, honestamente, que o momento mais importante do filme vai acontecer depois que acabar. Numa lanchonete, cafeteria...Com as boas discussões que o filme vai gerar. É isso que eu espero.
Claramente, o filme é uma ferramenta de evangelização. Na sua opinião, o filme se propõe a “provar” o cristianismo?
Creio que a evidência aponta poderosamente e persuasivamente para a verdade do cristianismo? Sim. E acredito que este filme mostra isso. Nós "definitivamente provamos" isso? Isso é uma questão de opinião. Todos damos um passo de fé, uma direção ou outra. A questão é: o passo da fé é na mesma direção que a evidência está apontando? Eu acho que temos que mostrar que a evidência aponta em uma direção onde o próximo passo mais lógico e racional é dar um passo de fé e receber esse presente gratuito que Deus oferece.
Como você acha que os cristãos podem repassar essa gratidão ao falar sobre fé cristã aos não cristãos?
Absolutamente, nós, como cristãos, devemos validar as pessoas como sendo feitas à imagem de Deus. Temos de respeitar o fato de que eles estão em uma jornada espiritual. Temos que entender que as pessoas muitas vezes têm pontos de aderência espirituais que os sustentam nessa jornada. E queremos ajudá-los a superar esses pontos de adesão. A conversão é um processo. Demorou dois anos pra mim, e se alguém me pressionasse para uma decisão após um mês, eu teria recuado e ido para o outro lado. Então, muitas vezes é demorado. Eu acho que temos que entender e respeitar isso, e eu acho que as igrejas devem facilitar. Devemos criar um ambiente onde pessoas espiritualmente curiosas sintam a liberdade de vir, experimentar, fazer perguntas, procurar por um período de tempo - enquanto estão nesta jornada em direção à cruz.
Filmes que tem o tema central ligado à apologética, que é a defesa argumentativa de que a fé pode ser comprovada pela razão, geralmente podem ser usados de duas maneiras pelos cristãos. Podem ser usados para triunfar sobre os inimigos e nos sentirmos bem com nossa crença ou, podem ser um meio para amarmos melhor Deus com nossas mentes e compartilhar a lógica de nossas convicções com os outros. Como conseguimos o último em vez do primeiro? E como você acha que o filme faz isso?
Eu acho que a frase-chave que eu gosto de usar no século 21 é "apologética de conversação". Em outras palavras, isso faz parte do relacionamento. Não é que alinhamos alguém contra a parede e nos metralhamos com cinquenta fatos para a fé, como talvez o que foi feito há cinquenta anos. Hoje, é uma apologética onde se conversa. É um relacionamento. Está criando um lugar seguro onde as pessoas em uma amizade podem conversar, ao longo do tempo, sobre as questões que têm. Os obstáculos, intelectualmente; os pontos de aderência, espiritualmente.
Eu acho que Deus honra essa perspectiva porque estamos respeitando alguém que fez a sua imagem, que tem perguntas legítimas. Não é rápido como comida no microondas. Algumas pessoas precisam marinar nisso por um tempo antes de se convencerem de que o cristianismo é verdade. Eles vão surgir mais fortes em sua fé porque passaram o tempo fazendo perguntas antecipadas. E, como Jesus disse, contando o custo antes de tomar essa decisão.
Eu sempre gosto de encorajar as pessoas, se estiverem prontas, a confiar em Jesus. Mas, eu sempre gosto de ter esse outro passo para as pessoas e dizer: "Você sabe, se ainda não está pronto, está tudo bem. Continue a verificar isso. Continue investigando. Faça sua própria jornada.” Aqui está o acordo: não tenho medo de quem investiga o cristianismo com um coração honesto e aberto.
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